segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Não Quebre o Espelho!

As pessoas estão sentindo falta de relações profundas e sólidas!
Estar com alguém plenamente é um caminho de crescimento, um aprendizado de viver a dois; é a possibilidade de vencer o medo da entrega e de se conhecer no mais íntimo.
Conviver com alguém que amamos é o mesmo que comprar um imenso espelho, no qual cada um dos nossos movimentos é mostrado sem a mínima piedade. Ao mesmo tempo que conhecemos melhor o outro, entramos em contato com nossas inseguranças também. E aí começa o inferno... Em vez de encarar a verdade e de ver a imagem temida do verdadeiro eu, tenta-se quebrar o espelho.
Como é possível quebrar esse espelho? Há muitas formas, porém as mais freqüentes são: fugir da intimidade, culpar o outro, não assumir as próprias responsabilidades na relação e desacreditar o amor.
Viver com alguém que se ama não é só uma oportunidade de conhecer o outro, mas também a maior chance de entrar em contato consigo mesmo. Apenas quando conseguimos nos enxergar por inteiro é que percebemos o medo de nós mesmos e nos damos conta de que precisamos evoluir para nos tornar pessoas melhores. Começamos, então, a nos capacitar para o amor.
Um dia, perguntaram a um grande mestre quem o havia ajudado a atingir a iluminação, e ele respondeu:
"Um cachorro"
Os discípulos, surpresos, quiseram saber o que havia acontecido, e o mestre contou: "Certa vez, eu estava olhando um cachorro, que parecia sedento e se dirigia a uma poça d’água। Quando ele foi beber, viu sua imagem refletida। O cachorro, então, fez uma cara de assustado, e a imagem o imitou. Ele fez cara de bravo, e a imagem o arremedou. Então, ele fugiu de medo e ficou observando, distante, durante longo tempo, a água. Quando a sede aumentou, ele voltou, repetiu todo o ritual e fugiu novamente. Num dado momento, a sede era tanta que o cachorro não resistiu e correu em direção à água, atirou-se nela e saciou sua sede. Desde esse dia, percebi que, sempre que eu me aproximava de alguém, via minha imagem refletida, fazia cara de bravo e fugia assustado. E ficava, de longe, sonhando com esse relacionamento que eu queria para mim. Esse cachorro me ensinou que eu precisava entrar em contato com a minha sede e mergulhar no amor, sem me assustar com as imagens que eu ficava projetando nos outros’
Trecho do livro:
Amar pode dar certo
Roberto Shinyashiki
e
Eliane Dumêt
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Quer dividir o seu?

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Planos








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