terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
E a sua chave, onde está?
Procurando no lugar certo... |
Já era tarde da noite, e um senhor procurava desesperadamente algo na beira de uma calçada. Com uma lanterna esmiuçava cada centímetro da sarjeta, da beira do asfalto e dos ladrilhos que revestiam a própria calçada. No intuito de ajudar, um estranho que passava pelo local perguntou: - O que o senhor perdeu? - Perdi minhas chaves. Estou procurando há mais de 1 hora, mas não encontro. Enquanto percorria seus olhos sobre o asfalto, o estranho resolveu questionar: - Quando foi a última vez que viu suas chaves? - Depois que abri a porta de casa e conclui que a lâmpada da sala estava queimada. - Mas então, provavelmente as chaves devem estar lá dentro. - Concordo. Mas lá está muito escuro. Por isso, resolvi procurar aqui fora mesmo - no claro - com auxílio das luzes da rua... Passamos grande parte da vida procurando coisas que sabemos que não iremos encontrar. Escolhemos o caminho mais fácil, mesmo sabendo que ele não nos levará exatamente ao local que gostaríamos de chegar... Porém, como é mais cômodo procurar no "claro", não enfrentamos a dificuldade do "escuro", e por consequência não recebemos a recompensa por encarar nossos desafios. Quando trabalhamos sem foco, estamos procurando as chaves onde elas não serão encontradas. Ter disposição e aceitação para procurar no lugar certo, por mais complexo que esta tarefa possa ser... Eis um diferencial das pessoas de sucesso! |
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Tanto amor em mim, em ti nem tanto!
Meu amor minha flor minha menina
Solidão não cura com aspirina
Tanto que eu queria o teu amor
Vem me trazer calor, fervor, fervura
Me vestir do terno da ternura
Sexo também é bom negócio
O melhor da vida é isso e ócio
Isso... e ócio...
Minha cara, minha Carolina
A saudade ainda vai bater no teto
Até um canalha precisa de afeto
Dor não cura com penicilina
Meu amor minha flor minha menina
Tanto que eu queria o teu amor
Tanto amor em mim como um quebranto
Tanto amor em mim, em ti nem tanto
Minha cora minha coralina
mais que um goiás de amor carrego
destino de violeiro cego
Há mais solidão no aeroporto
Que num quarto de hotel barato
Antes o atrito que o contrato
Telefone não basta ao desejo
O que mais invejo é o que não vejo
O céu é azul, o mar também
Se bem que o mar as vezes muda,
Não suporto livros de auto-ajuda
Vem me ajudar, me dá seu bem
Meu amor minha flor minha menina
Tanto que eu queria o teu amor
Tanto amor em mim como um quebranto
Tanto amor em mim, em ti nem tanto
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Buri - Show (1)























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Buri - Show (2)













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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Da Gente que eu gosto...













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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Cadê meu almanaque?
Ó menina vai ver nesse almanaque
Como é que tudo isso começou
Diz quem é que marcava o tic-tac
que a ampulheta do tempo disparou
O primeiro bezerro que berrou me diz, me diz
Me responde por favor
Prá onde vai o meu amor
Quando o amor acaba
Quem penava no sol a vida inteira
Como é que a moleira não rachou me diz, me diz
Quem tapava esse sol com a peneira
E foi que a peneira esfuracou
Me diz, me diz, me diz por favor
Quem pintou a bandeira brasileira
Que tinha tanto lápis de cor me diz, me diz
Me responde por favor
Prá onde vai o meu amor
Quando o amor acaba
Diz quem foi que fez o primeiro teto
Que o projeto não desmoronou
Quem foi esse pedreiro esse arquiteto
E o valente primeiro morador, me diz, me diz
Me diz um morador
Diz quem foi o inventor do analfabeto
E ensinou o alfabeto ao professor me diz, me diz
Me responde por favor
Prá onde vai o meu amor
Quando o amor acaba
Quem é que sabe o signo do capeta
E o ascendente de Deus Nosso Senhor
Nosso Senhor
Quem não fez a patente da espoleta
Explodir na gaveta do inventor me diz, me diz
Me diz por favor
Quem tava no volante do planeta
Que o meu continente capotou
Me responde por favor
Prá onde vai o meu amor
Quando o amor acaba
Vê se vê no almanaque, essa menina
Como é que termina um grande amor
Me diz, me diz
Se adianta tomar uma aspirina
Ou se bate na quina aquela dor
Me diz, me diz
Me diz daquela dor
Se é chover o ano inteiro chuva fina
Ou se é como cair do elevador
Me responde por favor
Prá que que tudo começou
quando tudo acaba...
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Quando o Orgulho cala o Amor

Conta-se que, em algum lugar da China,
havia um sábio ancião que decidia questões conjugais.
Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e
orientava os que estavam se desentendendo,
dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a
quem havia abençoado havia alguns anos e
que agora falavam em separação.
O sábio, percebendo que os dois se amavam,
não viu motivo para que desfizessem a união,
mas não conseguia convencê-los disso.
Então, presenteou-os com uma planta e disse:
— Esta é uma planta muito sensível.
Vocês devem deixá-la na sala e,
quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito:
o casal colocou a planta no centro da sala
e ficou aguardando “ansiosamente” a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores
em punho, cuidando da planta.
Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois.
O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada.
Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão.
O orgulho não nos deixa perdoar.
O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos…
Pense um pouco sobre isso!
Um abraço,
Roberto Shinyashiki
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
meu amore
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Eu não sei pra ...
eu só sei que o mundo
vai de lá pra cá
andando por ali
por acolá
querendo ver o sol que não chega
querendo ter alguém que não vem
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Hj eu joguei tanta coisa fora... cartas e fotografias, gente que foi embora
Vi o meu passado passar por mim
Cartas e fotografias gente que foi embora.
A casa fica bem melhor assim
O céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu
E lendo teus bilhetes, eu penso no que fiz
Querendo ver o mais distante e sem saber voar
Desprezando as asas que você me deu
Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua
Merecia a visita não de militares,
mas de bailarinos
e de você e eu.
Hoje joguei tanta coisa fora
E lendo teus bilhetes, eu penso no que fiz
Cartas e fotografias gente que foi embora.
A casa fica bem melhor assim
Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua
Merecia a visita não de militares,
mas de bailarinos
e de você e eu.
Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua
Merecia a visita não de militares,
mas de bailarinos
e de você e eu
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
2010!

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