Lembrando que...

No meu blog há inúmeras imagens, artigos e materiais encontrados na internet.
Caso vc seja o autor de quaisquer materiais, deixe seu recadinho, que lhe darei os devidos créditos.
Sem mais,
Julia Campanucci

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ultimo dia de aula...




Cair de pára-quedas nessa escola foi o meu maior presente deste ano. Gostei muito. Gostei da minha sala de aula, gostei do parque _ lindo, enorme, perfeito e inteirinho só pra mim e meus denguinhos. Ah, e os meus denguinhos?! Quanta alegria, quanta gargalhada, quantas palhaçadas nós fizemos juntos. Brigamos também, é verdade. Fizemos bicos um pro outro, franzimos a testa, olhamos de canto... e eu amo tudo isso, porque isso é viver, isso é vida, são sentimentos aflorando, vindo à tona, extravasando, afinal não somos metades, somos inteiros, a fruta toda: com o amargo da casca, o incomodo da semente, o frescor do suco e a delícia da polpa!

E a nossa equipe então, que delícia! O time está completo: Tia Tere, Tia Mah, dona Wagna, Alaidão... kkk É muito bom encontrá-las toda manhã não só pra dar bom dia, mas pra dar risada, gargalhada, contar piada, trocar idéias, falar dos planos, prever festas...

Time pequeno?
Imagina! Claro que não! Tem uma galera que atua atrás da bancada e dá um show: Dona Mary'zinha, dona Judh, Rosanona e tia Vânia. A tia Vânia é praticamente o goleiro do time e anda dizendo por aí que vai abandonar a grande área. Outro dia a vi tirando a chuteira e indo pendurar na trave. Ufa! deu tempo de gritar Não e impedi-la de fazer essa loucura. Mas não sei não, tenho medo que com a saída do goleiro haja efeito no time todo e o centro avante deixe de fazer tantos gols como anda acontecendo... Bom, mas eu continuo fazendo meu papel de torcida eufórica que agita e grita sempre: "Fica, Fica, Fica"

Mas e eu, quem sou? 
Eu. Eu sou café com leite. De vez em quando alguém arrisca e me joga a bola, kkk E eu logicamente me desespero na tentativa desvairada de fazer direito e acertar... Mas pra ser sincera, eu sou aquela doida no meio do campo. Aquela torcedora que pula o alambrado e vai pro gramado sem noção nenhuma, sem saber ao menos pra que lado se faz gol. Mas o melhor disso tudo é que eu vibro toda vez e sempre... eu não me canso de acreditar que o que ta bom vai melhorar e que se a gente tentar vai conquistar! É sempre assim...

Mas e o lado ruim? 
_ Ruim?! Bondade sua, 'ruim'. O lado péssimo são as minhas ansiedades, minhas cobranças, meu exagero, teimosia, impulsividade... e por aí vai... segue a lista de A à Z. Mas pra toda essa lista,  a teimosia é a única que me leva a defender uma tese: Tudo que conquistei, tudo que fiz advém da teimosia. É verdade que eu não sou lá grande coisa, mas eu seria um zero a esquerda se essa qualidade ou defeito (vai saber!) tivesse me faltado... Já pensou quanto desperdício?! kkk

Mas agora, pra acabar eu tenho que dizer que eu escrevi tudo isso pensando em uma só coisa, querendo dizer uma só palavra: Obrigada! 

Com carinho,
Julia Campanucci
Dez/2011







Histórias

Morar em cidade pequena tem seus desafios e suas vantagens.
O desafio é fugir do marasmo, é ter criatividade de inovar e achar graça no imutável. Já a vantagem está em rever com facilidades pessoas bacanas que você preza, que você gosta. Topar na rua, na padaria, na praça, no parque com aquele amigo que estudou contigo, alguém do antigo trabalho e até aquele gatinho que você já paquerou um dia, kkk

Outro dia revi um professor muito bacana que lecionou aulas de história quando eu estava no colégio, há 13 anos, acredita? Ele não foi só meu professor, foi também meu diretor. Essa história eu vou contar...

Eu sempre estudei na escola do meu bairro, havia outras escolas de renome na cidade, mas minha mãe achava que não era certo, que a fama da escola é o aluno quem faz, se vc for boa aluna, sua escola será boa, e vice e versa. Na verdade hoje eu concordo com essa teoria, mas quando adolescente eu não gostava muito não,  até pq eu tinha amigas que estudavam em outra escola e que viviam me convidando pra estudar com elas e eu morria de vontade de ir... mas enfim...

 Então fiz o primário na escola do meu bairro e dois anos do ginásio em outra escola, com uma linha mais rígida, os diretores eram bem firmes, a escola era menor e eles (diretores) conheciam os alunos por nome e os pais dos alunos tbem... Ainda assim, me lembro de aprontar horrores nessa escola, junto com minha amiga Camila Mello, a gente se divertia muuuito. Fiz gdes amigos nessa escola e me lembro com saudade de muitos deles.
Porém, nessa escola rígida (foto) era comum ouvirmos que os alunos do colégio do centro, eram os tais, e que lá tudo era muito liberal, um verdadeiro oba, oba... A gente contava nos dedos o tempo que nos restava para dar adeus aquele regime fechado e sentir o prazer da  liberdade.


Triste ilusão de Policarpo Quaresma e de nós estudantes do ginásio, kkkkkkk.

No meu  1º dia de Colégio, eu toda animada, achando tudo o máximo e pronta pra me sentir livre, até que bate o sinal para a transição de uma aula pra outra e então, houve uma demora para a chegada do próximo professor que, até então, eu nem imaginava quem poderia ser, aí achando que era o começo do "oba, oba" sai pra curtir a nova escola, (foto)


De repente me deparo que não há mais ninguém zanzando, somente eu. Volto pra sala certa de que a galera nem estaria mais lá, jurando que eles já teriam ido embora (afinal a escola agora é liberal) rsrsr 

Mas Que nada, lá estava ele,  meu professor de história. pedi licença e fui me adentrando a sala tentando encontrar meu lugar pra sentar, quando me deparo com a seguinte questão:
_ Onde vc estava pra tá chegando essa hora na aula?
_ (pensa, pensa, pensa...) tomando agua professor.
Depois disso prefiro nem mencionar aqui o esfrega que ele me deu, aí pra finalizar ele disse que era a primeira e a ultima vez que eu chegara atrasada na aula dele e ainda me perguntou se estavamos entendidos.

Pronto! esse professor destruiu meu sonho de liberdade. Me mostrou a realidade da escola. Sei lá se essa era a mesma realidade para todos, porém pra mim fez grande diferença nos anos que se seguiram. Não que não tenha havido os 'oba-obas' da vida escolar o que é comum e até normal acontecer, mas a escola da minha epoca não era de forma alguma uma farra geral todos os dias.

kkk, meu professor não deve nem imaginar, mas eu tinha tanto medo de chegar atrasada na aula dele, que eu saia igual doida correndo pelos corredores (ahh é que nas semanas seguintes, nossa escola se modificou e, começamos a ter salas ambientes) a sala de história ficava num corredor na área externa do colégio e muitas vezes eu me encontrava no pavimento superior tendo aula de matemática, física ou no lab de informatica e aí a próx aula era do professor Simonetti (foto) e eu saia correndo, kkk



Ele era um professor serio, mas a aula dele era fantástica, muito boa mesmo, dinâmica...
Alguns anos depois ele se tornou o diretor dessa escola, aí me aconteceu outro episódio.

Eu estava bastante insatisfeita com as aulas de matemática, pois nossa professora titular havia se afastdo e tinhamos aulas com eventuais, era horrível. Aí eu tive a (péssima) ideia de encabeçar um paredão. Armei todo o esquema. O plano parecia perfeito e até seria, se um unico colega não tivesse tido dores de barriga e ter ficado no banheiro, enquanto toda a turma saia pela portaria na maior moral infiltrados com uma turma que estava oficilamente de aula vaga, kkk

É mole? kkk esse aluno ficou para trás e foi obrigado a assistir a aula de matemática e pior me dedou pra professora, pra coordenação e muito pior, pro diretor.

Mas eu, fora da escola, nem imaginava que essa caca toda estava acontecendo. Na verdd tive o dia e a  noite do justo.

 No dia seguinte, fui pra escola como um dia normal, comum... Mas ao entrar na escola me barraram na portaria, era a dona Eva (inspetora de alunos, sim no meu tempo de escola havia essa função) me deixando a par da situação com os seguintes dizeres:
_ Espero que vc tenha uma boa explicação, o diretor tá te esperando na sala dele.
_ O quê?! Por quê?!
(em tom de sermão) ela foi dizendo tudo o que houve

kkkkkkkkkkkkk hoje eu consigo rir da situação, no dia eu quase desmaiei, ainda mais depois que eu ouvi a palavra suspensão. Já pensou ficar suspenso do colégio no mínimo 3 dias
Eu quase matei o garoto que teve dor de barriga, kkkkkkk

Bom , o jeito foi implorar pra que ela não me levar pra direção, até pq eu não conseguia pensar em nada, nem em uma explicação, pedido de desculpa ou sei lá o que...
Tudo bem, ela me deixou ir para a sala, cheguei lá, contei pra galera o que havia ocorrido e que simplesmente estávamos fritos.
Não demorou muito e o professor, é o de história, que agora era meu diretor aparece na porta, tentei me infiltrar dentro da carteira, pra não encará-lo. Não deu certo, é claro.
Eu achei que ele fosse brigar um monte. Mas não, (o que foi muito pior) ele simplesmente comunicou que nossos pais seriam convocados para assinar nossa suspensão.

E agora?! Todo mundo desesperou geral. A professora que lecionava a aula de biologia não entendeu nada do que havia acontecido, mas disse: _ eita, tão lascados, kkkk

O pior é que eu me sentia responsavel pelo resto da turma visto que a (péssima) ideia tinha sido minha. E eu sabia que só um pedido de desculpa pra galera não resolveria o problemão que teríamos que enfrentar. Era preciso ação.

Aí me cobri de coragem, não sei nem da onde eu arranquei e fui lá falar com o diretor.
Venci o primeiro desafio. Pois achei que ele nem me atenderia, mas ele me atendeu. 
Segundo desafio tbem vencido pq ele me ouviu, o que eu tbem não acreditava. É verdd q  não foi tudo maravilha, tive que ouvir bronca, pq teve, é claro que teve... Mas teve dialogo, tbem, a gente conversou, eu sei que eu perdi a razão quando matei aula e o que viria seria consequência, ele me fez entender que a gente tem q pensar antes de agir, ainda mais quando se envolvem tantas pessoas. Pedi desculpas, prometi não fazer mais,  no fim tive que pedir pra ele não suspender a gente do colégio, nem chamar os pais (foi a parte mais dificil) convence-lo de que meu pai e o pai de muitos dos meus colegas nos matariam. kkkkkkkk (um prof não acredita que essa graça um dia lhe seja concedida) kkkk 

O Pior foi que ele não disse nada, não me tranquilizou. Antes,  usou uma cartada de mestre e finalizou aquela seção com a seguinte frase "vou pensar"
A verdd é que ele não pensou em nada, fui eu que passei o ano todo pensando que a qualquer minuto ele poderia ligra pro meu pai. kkkkkk

Ele foi ou não foi o meu melhor professor? Claro que foi... Quando eu crescer quero ser igual a ele!


Abraços,
Julia Campanucci






quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Quer provar?



"Não sou metade, sou inteira. 
A fruta toda: com o amargo da casca, 
o incomodo da semente, o frescor do suco 
e a delícia da polpa!"

Julia Campanucci


domingo, 11 de dezembro de 2011

Não se pede, né?



Amor não se pede


Se implorar resolvesse, não me importaria. De joelhos, no milho, em espinhos, agachada, com o cofrinho aparecendo.
Uma loucura qualquer, se ajudasse, eu faria com o maior prazer. Do ridículo ao medo:
pularia pelada de bungee jump.
Chorar, se desse resultado, eu acabaria com a seca de qualquer Estado, de qualquer
espírito.
Mas amor não se pede, imagine só.
Ei, seu tonto, será que você não pode me olhar com olhos de devoção porque eu estou
aqui quase esmagada com sua presença? Não, não dá pra dizer isso.
Ei, seu velho, será que você pode me abraçar como se estivéssemos caindo de
uma ponte porque eu estou aqui sem chão com sua presença? Não, você não pode dizer isso.
Ei, monstro do lixo, será que você pode me beijar como um beijo de final de filme porque eu estou aqui sem saliva, sem ar, sem vida com a sua presença? Definitivamente, não, melhor não.
Amor não se pede, é uma pena.
É uma pena correr com pulinhos enganados de felicidade e levar uma rasteira.
É uma pena ter o coração inchado de amar sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um semblante altista de quem constrói sozinho sonhos.
Mas você não pode, não, eu sei que dá vontade, mas não dá pra ligar pro desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de não me amar e vir logo resolver meu problema?
Mas amor, minha querida, não se pede... dá raiva, eu sei.
Raiva dele ter tirado o gosto do mousse de chocolate que você amava tanto.
Raiva dele fazer você comer cinco mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum momento, o gosto volta.
Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar.
Ele roubou sua leveza mas, por alguma razão, você está vazia.
Mas não dá, nem de brincadeira, pra você ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta.
Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem. É triste ver o Sol e não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa.
É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado, aquele cheiro que acalma a busca. Aquele cheiro que dá vontade de transar pro resto da vida.
É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz.
Tanto amor querendo escrever uma história, mas só escrevendo este texto
amargurado.
É triste saber que falta alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer, implorar.
É triste lembrar como eu ria com ele.
Mas amor, você sabe ... amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa?
Ele sabe, ele sabe.
Tati Bernardi

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

É pra chatear ...


Chiclete fazendo linha no sapato, cabelo despenteado, sentar no banco molhado, a cara do seu pai quando você apresenta o namorado. Chuva na hora de sair, salto quebrado, cólica de todo mês, companheiro de trabalho folgado, chefe sem noção, maquiagem borrada.

Churrasco cancelado, compras ao shopping limitadas! Celular sem crédito, SMS que falta parte, resposta de MSN que não vem. Dor de barriga na hora imprópria, paquerinha chato, amigo intrometido, Orkut bloqueado, mulher de TPM.

Namorado ‘ciumento-obsessivo-possessivo’, frescura de namorada, trânsito parado, almoço na casa da sogra, criança birrenta. Fofocas com as amigas interrompidas, carência sem motivos. Ônibus lotado, gente estressada, você mesma (o) irritada (o)!

Ideia que não surge. Irmão mais novo. Irmã grudenta. Balada parada, micareta ‘infantil’. Sermão de mãe. Computador travado, internet lenta.

O lanche errado depois de meia hora de espera. Fila de banco. Fila de supermercado! Aguardar na linha. Ansiedade na hora de expor um trabalho. Ligação de telemarketing. E-mail importante que não chega, entrevista desmarcada, final de campeonato de futebol bem no dia ‘daquela’ festa.

Regime forçado, celulite grudada, estria encalacrada, espinha no meio da testa! Gente puxa-saco, gente forçada, gente fingida, foto ridícula. Comida esquentada, a rapa da panela, jiló na marmita. Coca quente, banheiro ocupado, celular sem bateria.

A espera ‘daquela’ ligação! Ver o ex com outra. Aquela tia que sempre te pergunta: “E ai, minha filha, cadê o namorado?”. Sono que não vem, acordar cedo e ainda com o pé esquerdo! Ufa, ainda bem que o dia acabou...

Tatiana Pires

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Até a exaustão...




Quero
Quero que todos os dias do ano
todos os dias da vida
de meia em meia hora
de 5 em 5 minutos
me digas: Eu te amo.

Ouvindo-te dizer: Eu te amo,
creio, no momento, que sou amado.
No momento anterior
e no seguinte,
como sabê-lo?

Quero que me repitas até a exaustão
que me amas que me amas que me amas.
Do contrário evapora-se a amação
pois ao não dizer: Eu te amo,
desmentes
apagas
teu amor por mim.

Exijo de ti o perene comunicado.
Não exijo senão isto,
isto sempre, isto cada vez mais.
Quero ser amado por e em tua palavra
nem sei de outra maneira a não ser esta
de reconhecer o dom amoroso,
a perfeita maneira de saber-se amado:
amor na raiz da palavra
e na sua emissão,
amor
saltando da língua nacional,
amor
feito som
vibração espacial.

No momento em que não me dizes:
Eu te amo,
inexoravelmente sei
que deixaste de amar-me,
que nunca me amastes antes.

Se não me disseres urgente repetido
Eu te amoamoamoamoamo,
verdade fulminante que acabas de desentranhar,
eu me precipito no caos,
essa coleção de objetos de não-amor.
Carlos Drummond de Andrade
Esse post, na verdade surgiu por uma indicação desse poema no programa da Marília Gabriela.Entre respeito e compromisso ... o AmorClic no link e confira...http://youtu.be/3w9TjbsGUpQ

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

Sem Limites...



Há uma chance
Da gente se encontrar
Oh! Há!

Há uma ponte prá nós dois
Em algum lugar
Há! Ah!

Quando homem e mulher
Se tocam num olhar
Não há força que os separe...

Há uma porta que
Um de nós vai ter que abrir
Oh! Há!

Há um beijo que ninguém
Vai impedir
Não vai!

Quando homem e mulher
Se deixam levar
E fácil viver mais...

Há uma estação
Onde o trem tem que parar

Tô na contramão
Te esperando prá voltar

Prá poder seguir
Sem limites prá sonhar

Pois é só assim
Que se pode inventar o amor...


http://youtu.be/yB0yOt4cuJs

sábado, 3 de dezembro de 2011

Convite
















I Seminário de Projetos Educativos e Educação
Ambiental em Escolas Rurais
09 de dezembro de 2011


Anfiteatro do CCA – UFSCar campus Araras


Programação:


8h30 - 9h30 : retirada de material e encontro ao redor do café.


9h30 - 10h : abertura do I Seminário com Direção do CCA e
                     Comissão Organizadora – boas vindas.


10h - 12h : palestra/oficina com Patrícia Silva Leme 
                   (USP Recicla) –  O trabalho educativo
                   com resíduos sólidos recicláveis em 
                    ambiente escolar.


12h - 14h : intervalo para almoço.


14h - 16h : apresentação de trabalhos (painéis) – atividades,
                   projetos e pesquisas educativas ambientais
                   realizadas em escolas rurais.


16h - 16h30 : encontro ao redor do café.


16h30 – 17h30 : palestra final com Flávia Thiemann e Ariane Di
                           Tullio (UFSCar São Carlos) – Como 
                           desenvolver a educação ambiental em
                           sintonia com os conteúdos curriculares 
                           escolares.



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Problema Geográfico



Temos um problema geográfico. 
Você quer abraçar o mundo 
e eu ficaria contente em abraçar você."
Tati Bernardi

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

     

Já faz um tempo que tenho Twitter, a maioria das pessoas tem também. Eu, particularmente, não gosto muito. Mas tenho que confessar, tem um twitter que eu sigo com o maior carinho do mundo, acho super legal, super bacana ... é o do Tio Bonner. Acho uma graça todo aquele carinho tanto á tropa (como ele se refere aos seus seguidores) como à sua esposa Fátima. Lindinho!



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Trabalhando!


Reunião Interanutri Capão Bonito

A Rede Sans em parceria com a Unesp, 
vem contemplar Capão Bonito  quanto em 
"articular e envolver pessoas e instituições de 
diferentes contextos numa ação integrada de 
defesa e promoção da Alimentação Saudável",
especificamente professores no nosso caso. 
Pois a escola é uma fonte de grande influência 
sobre nossos educandos, por isso a Secretaria
de Educação Municipal  abraçou a causa para 
 formação discentes.


As Tutoras Julia Campanucci e Lucimara Almeida
apresentaram os trabalhos desenvolvidos em suas
escolas mostrando a responsabilidade de colocar 
em prática os projetos realizados pelos 
professores e executados pelos mesmos 
juntamente com as crianças.


Os tutores: Alexandrina, Ana Maria, André, 
Julia, Juliana, Lucimara, Rosemary e Solange 
vem acompanhando nossos cursistas e o 
desenvolvimento dos trabalhos realizados e 
a participação de todos.
               




que lado desse vc se encosta?

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A gente se reconheceu...


E que você entenda que temos tudo o que duas pessoas precisam para ser feliz. A gente dá muitas risadas juntos. A gente admira o outro desde o dedinho do pé até onde cada um chegou sozinho ... A gente se reconheceu de longa data quando se viu pela primeira vez na vida." (Tati Bernardi)



sábado, 26 de novembro de 2011

casem-se sempre!




Meus Amigos separados não cansam de perguntar 
como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher.

As mulheres sempre mais maldosas que os homens, 
não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada
 com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.

Os jovens é que fazem as perguntas certas, 
ou seja, querem conhecer o segredo
 para manter um casamento por tanto tempo.

Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.

Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, 
mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:

Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. 
Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade.

Eu, na realidade já estou em 
meu terceiro casamento - a única diferença
 é que casei três vezes com a mesma mulher.

Minha esposa, se não me engano 
está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas
 mais vezes que eu.

O segredo do casamento não é a harmonia eterna.

Depois dos inevitáveis arranca-rabos,
 a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo 
com a mesma mulher.

O segredo no fundo é renovar o casamento
 e não procurar um casamento novo.

Isso exige alguns cuidados e preocupações 
que são esquecidos no dia-a-dia do casal.

De tempos em tempos, é preciso renovar a relação.

De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, 
voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.

Há quanto tempo vocês não saem para dançar?

Há quanto tempo você não tenta 
conquistá-la ou conquistá-lo 
como se seu par fosse um pretendente em potencial?

Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel,
 sem os filhos eternamente brigando 
para ter a sua irrestrita atenção?

Sem falar dos inúmeros quilos que se
 acrescentaram a você depois do casamento.

Mulher e marido que se separam 
perdem 10 kg 
em um único mês, 
por que vocês não podem conseguir o mesmo?

Faça de conta que você está de caso novo.

Se fosse um casamento novo, 
você certamente passaria a freqüentar lugares novos
 e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, 
trocaria seu guarda-roupa, os discos,
 o corte de cabelo, a maquiagem.

Mas tudo isso pode ser feito 
sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: 
ninguém agüenta a mesma mulher
 ou o mesmo marido por trinta anos 
com a mesma roupa, o mesmo batom, 
com os mesmos amigos, com as mesmas piadas.

Muitas vezes não é a sua esposa 
que está ficando chata e mofada, 
é você, são seus próprios móveis 
com a mesma desbotada decoração.

Se você se divorciasse, 
certamente trocaria tudo,
 que é justamente um dos prazeres da separação.

Quem se separa se encanta 
com a nova vida, 
a nova casa, um novo bairro, 
um novo circuito de amigos.

Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso.

Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar.

Isso obviamente custa caro e 
muitas uniões se esfacelam porque o casal 
se recusa a pagar esses pequenos custos necessários
 para renovar um casamento.

Mas se você se separar 
sua nova esposa vai querer novos filhos,
 novos móveis, novas roupas 
e você ainda terá a pensão
 dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal 'estabilidade do casamento' 
nem ela deveria ser almejada.

O mundo muda, e você também, 
seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.

A melhor estratégia para salvar um casamento
 não é manter uma 'relação estável', 
mas saber mudar junto.

Todo cônjuge precisa evoluir estudar, 
aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais 
teria pensado em fazer no inicio do casamento.

Você faz isso constantemente no trabalho, 
porque não fazer na própria família?

É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.

Portanto descubra a nova mulher ou 
o novo homem que vive ao seu lado, 
em vez de sair por aí tentando descobrir
 um novo interessante par.

Tenho certeza que seus filhos 
os respeitarão pela decisão de se manterem juntos 
e aprenderão a importante lição de 
como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças.

Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão:
 por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, 
mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.


Arnaldo Jabor