Lembrando que...

No meu blog há inúmeras imagens, artigos e materiais encontrados na internet.
Caso vc seja o autor de quaisquer materiais, deixe seu recadinho, que lhe darei os devidos créditos.
Sem mais,
Julia Campanucci
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012





"Poucas coisas dizem mais 

do que a primeira vez que 

você pega na mão 

daquela pessoa especial."



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ainda bem...




"Eu fico feliz por ninguém conseguir ver


o que eu vi em você, até porque seria chato,


tanta gente apaixonada pela pessoa que eu amo…"




Vinícius Kretek




sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Problema Geográfico



Temos um problema geográfico. 
Você quer abraçar o mundo 
e eu ficaria contente em abraçar você."
Tati Bernardi

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A gente se reconheceu...


E que você entenda que temos tudo o que duas pessoas precisam para ser feliz. A gente dá muitas risadas juntos. A gente admira o outro desde o dedinho do pé até onde cada um chegou sozinho ... A gente se reconheceu de longa data quando se viu pela primeira vez na vida." (Tati Bernardi)



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ele. Ela ... Eles!


ELE anda cansado das baladas e dos casos furtivos sem sentimentos. Aprendeu a gostar da própria companhia, sem precisar estar em uma turma de amigos todos os sábados. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que traga um sabor doce às suas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua. Que ele possa exibir os seus dons na cozinha e o seu conhecimento em vinhos, só para ela.
Quer uma mulher que ele reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada que vai ecoar pela casa transformando um domingo sem graça, no melhor dia da semana. Quer viver uma paixão tranqüila e turbulenta de desejos… quer ter para quem voltar depois de estar com os amigos, sem precisar ficar “caçando” companhias vazias e encontros efêmeros. Quer deitar no tapete da sala e ficar observando enquanto ela, de short jeans, camiseta e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá, quer deitar na cama desejando que ela saia do banho com uma lingerie de tirar o fôlego.
Quer brincar de guerra de travesseiros, até que o perdedor vá até a cozinha pegar água. Quer o poder que nenhum dos seus super heróis da infância tiveram… o poder de amar sem medo, sem perigo e sem ir embora no dia seguinte.
Quer provar que pode fazer essa mulher feliz!

ELA quase deixou de acreditar que seria possível ter vontade de se envolver novamente. Foram tantas dores, finais, recomeços e frustrações que pensou em seguir sozinha para não mais se machucar. Então percebeu que a vida de solteira já não está fazendo tanto sentido. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que possa acordá-la com um abraço que fará o seu dia feliz, quer um homem que ela possa cuidar e amar sem receios de que está sendo enganada. Quer a alegria dos finais de semana juntinhos, as expectativas dos planos construídos, o grito de “gol” estremecendo a casa quando o time dele estiver ganhando… a cumplicidade em dividir os segredos.
Quer observá-lo sem camisa, lendo o jornal na varanda… quer reclamar da bagunça no banheiro, rindo e gritando quando ele revidar puxando-a para o chuveiro, completamente vestida.
Quer a certeza de abrir a porta de casa e saber que mesmo ele não estando, chegará a qualquer momento trazendo o brigadeiro da doceria que ela gosta tanto. Quer beijar, cheirar, morder, beliscar e apertar para ter certeza que a felicidade está ali mesmo… materializada nele.
Quer provar que pode fazer esse homem feliz!
ELES estão por aí… sonhando um com o outro… talvez ainda nem se conheçam… mas é só uma questão de tempo, até que haja a união dessas vidas que se complementam e estão ávidas para amar e fazer o outro feliz.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O silêncio do encontro real



É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão poerfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.
Clarice Lispector

sábado, 17 de setembro de 2011

a falta de estarmos juntos...

‎"Mesmo que nossos olhos

 não se cruzem 

diariamente e que 

nossos lábios não se 

beijem para dizer em silêncio 

tudo que fica escondido, 

haverá sempre momentos 

em que nossos pensamentos 

se encontrarão 

e aí sentiremos a 

falta de estarmos juntos."


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Apesar de...


... uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi. E desde logo desejando você, esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteira, com a alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, espararei quanto tempo for preciso.
Clarice Lispector

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Paquera


Hoje eu preciso falar de paquera. Quem te paquerou hoje?
quem vc paquerou?


Paquera é uma delicia, confesso que eu só sei chegar até aqui
é meu ponto de partida e meu ponto final


Descobri! Eu não sei namorar, só sei paquerar!


Porque namorar é coisa chata, é se arrumar, se vestir, maquiar
pra alguem que com certeza vai te elogiar, sinceramente ou não
e aí tanto faz


Mas quando tem paquera tem o fator surpresa, tem o desconhecido,
tem olhar, tem enigma, tem brilho, tem jogo... tem química!


Paquera correspondida, então, é uma delícia, é divertida
Contagia...


Contagia tanto, que você quer todo dia
te vicia!


Só que se o paquera for paquerado todo dia
corre risco de virar namorado


que no meu caso é o mesmo
que um barco furado...


Julia Campanucci





domingo, 5 de junho de 2011

Bem que podia dar certo, né?




    Eu tinha visto na sua solidão uma excelente amiga para a minha solidão. 
Achei que elas pudessem sofrer juntas, enquanto a gente se divertia


sábado, 28 de maio de 2011

O que dizer nesta hora


Ontem a noite, com tanta coisa pra fazer, mas sem animo até pra levantar do lugar... vim pra cá, a fim de encontrar algo legal, algo que me motivasse, que me fizesse sentir ... busco daqui, procuro de lá, ouço uma musica, leio uma frase, observo uma imagem... e eis que me deparo com o blog da Babi (http://oquedizernestahora.blogspot.com/ ) Gente, que blog delicioso, muito bacana... eu recomendo! Me encontrei, me senti, me reli ... foi bom demais... a visitem! vcs vão gostar...

Já de cara, gostei deste texto...  


"Eles se amam, todo mundo sabe mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossível. Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha. Alguns dizem que isso jamais daria certo, outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele quer ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápidos demais, é dificil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro. E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso."

Tati Bernardi 


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sou feliz, infeliz




Uma nuvem rosada
Uma palma suada
Uma planta molhada de pé
É o coração que diz sim
Diz que não, diz assim
Num clarão de luar
E o pensamento não diz
Sou feliz, infeliz
Onde é que isso vai dar?
No mar...
Ai, o mar...



Caetano Veloso

sábado, 30 de abril de 2011

Depois de tanto tempo sem amor, sem amar





Depois de tanto tempo sem amor, sem amar
ela surge, no alto da arquibancada
cambaleando na escada


E inicia-se uma espera.
Quanto tempo?


Pouco, bem pouco
e ela me diz: _ surpresa!


Depois de tanto tempo sem amor, sem amar
alguém pra falar, pra abraçar, pra chorar
e ela vem pra me afagar


E inicia-se um namoro
Quanto tempo?


Pouco, bem pouco
e ele diz que faltou química!


Depois de tanto tempo sem amor, sem amar
vai dar saudade e vontade de tentar
quem sabe então, outra vez se apaixonar?


E inicia-se uma procura
Por quanto tempo?


Pouco, bem pouco
Afinal, é só teu o meu olhar!


Depois de tanto tempo sem amor, sem amar
a gente aguarda uma chance de juntar 
um tríplice cordão que não irá se arrebentar


E inicia-se uma prece
Por quanto tempo? 


Pouco, bem pouco
pois Deus há de escutar!


Depois de tanto tempo sem amor, sem amar
nós dois juntos,
pra nunca mais se separar...


Julia Campanucci


segunda-feira, 18 de abril de 2011

E o que vem depois...


                          Depois






















Dedilhei canções
Escondi tufões
Neguei perdões
Evitei senões

E nessas pegadas
ainda fincadas
em meu caminho,
está o desalinho
de todas as cores
e até dos sabores
que desistimos
de viver juntos.

O tempo que corre
e escorre feito água,
não ameniza a mágoa,
não maquia a falta,
e não te exclui da pauta
dos meus planos,
hoje banhados
em tantos enganos.

Nem a frase mais certa
estancou a ferida, ainda aberta.
Nem o beijo mais quente
saciou esse querer, demente.
Nem o gemido, feito à dois
abrandou a dor, do depois.

(Foto: Robson Bolsoni)


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esconde - Esconde dos Sentimentos...




Contam que, uma vez, se reuniram todos os sentimentos, qualidades e defeitos dos
homens em um lugar da terra.

Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre
tão louca, lhes propôs:

Vamos brincar de esconde-esconde?

A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder
conter-se, perguntou:

Esconde-esconde? Como é isso?

 - É um jogo.

explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão
enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês
que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo.

O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.

A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou por convencer a DÚVIDA e até mesmo a APATIA,
que nunca se interessava por nada.

Mas nem todos quiseram participar:

A VERDADE preferiu não esconder-se. - "Para que, se no final todos me encontram?" - Pensou.

A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.

Um, dois, três, quatro... - Começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da
primeira pedra do caminho.

A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu
próprio esforço tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A GENEROSIDADE quase não conseguiu esconder-se, pois cada local que encontrava,
lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos:

Se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA.

Se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ.

Se era o vôo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA.

Se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE.

E assim, acabou escondendo-se em um raio de sol.

O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cômodo,
mas apenas para ele.

A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás
do arco-íris) e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.

O ESQUECIMENTO, não recordo-me onde escondeu-se, mas isso não é o mais importante.

Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.998, o AMOR ainda não havia encontrado um lugar
para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma rosa e,
carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.

Um milhão! - terminou de contar a LOUCURA e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra.

Depois, escutou-se a FÉ discutindo com DEUS, no céu, sobre zoologia.

Sentiu vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.

Em um descuido, encontrou a INVEJA e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.

O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo.

Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.

De tanto caminhar, sentiu sede e ao aproximar-se de um lago, descobriu a BELEZA.

A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de
que lado esconder-se.

E assim foi encontrando a todos:

O TALENTO entre a erva fresca,

a ANGÚSTIA em uma caverna escura,

a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano)

e até o ESQUECIMENTO, que já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.

Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.

A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta e em cima
das montanhas.

Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral.

Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou-se
um doloroso grito.

Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.

A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se.

Chorou, rezou, implorou, pediu e até prometeu ser seu guia.

Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra:

O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.


"Alguns chamarão de loucura

Mas eu saberei que é amor!"