Lembrando que...

No meu blog há inúmeras imagens, artigos e materiais encontrados na internet.
Caso vc seja o autor de quaisquer materiais, deixe seu recadinho, que lhe darei os devidos créditos.
Sem mais,
Julia Campanucci
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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Meus Professores...




Aos queridos professores que me auxiliaram, me animaram, me aturaram ao longo da vida: ora tão infantilizada, tão necessitada da sua atenção; Ora tão arrogantizada, tão desbocada, tão mal-criada, tão aborrecente fase de uma adolescente; E mais tarde, quando finalmente a ficha cai e aprendemos de fato, a sermos alunos a nos reconhecermos como tal e sobretudo a lhes valorizarmos como tais porque agora é chegada a hora de provar cada lição... Professores, meu todo carinho, meu todo amor, porque apesar dos pesares vcs foram mais que educadores, foram mais que "o ser iluminado", "o todo sábio" tão defendido e aplaudido pelos arrogantes e insensatos da época... Por fazerem diferente, por ousarem, por me amarem é que hj me recordo com carinho das lições que não serão apagadas jamais, as marcas da vida carimbadas pela emoção... Um abraço!

 Julia Campanucci


sábado, 18 de fevereiro de 2012

É coisa de estudante...

Eu tenho muitas histórias do meu tempo de escola... Na verdade boa parte da minha vida se dá na escola. É um ambiente que eu amo, que eu me familiarizo, que eu me vejo, me encontro...É bom demais. Não consigo entender a pessoa que diz que não gosta da escola, na verdade convivi com uma pessoa assim, meu irmão Henrique dizia não suportar a escola. Pra ele ir à escola era um mártir, algo ruim demais. Ele entrou na escola e desde então passou a contabilizar e aguardar com ansiedade o dia de deixá-la. E ele entrou aos 7 anos, já eu, estudo desde os 3. Acho que nunca deixei de fato de estar na escola. É meu lugar...

Mas aí vc pode pensar: _ Puts Julia, vc deve ser uma garota super nerd, estudiosa, inteligente... Kkkk nada disso, esqueça! Sou uma pessoa completamente normal... gosto da escola, gosto do estudo, gosto da relação professor-aluno, mas gosto tbem de matar aula, de matar tempo na cantina, de ler revista na arquibancada da quadra, de me infiltrar na biblioteca pra ninguém me achar... de bolar paredão, ir embora, fazer festa, excursão... Gosto das coisas boas que contem na escola e tbem daquelas não tão boas que a gente apronta na escola...

Bom, mas a história de hoje é ... matar aula

Todo bom estudante já fez ou vai fazer isso um dia na vida, não tem jeito, faz parte do curriculum escolar.
Comigo, não deu muito certo, na verdade não deu nada certo, kkk

olha só que caca...

No domingo a noite meu pai chega pra mim e me faz o seguinte pedido:
_ Julia, me faz um favor, amanhã quando vc sair do colégio, vc passa no banco e acerta uma conta pra mim. Eu não vou poder fazer isso, por isso e por aquilo e tal, tal, tal...
_ Ah não pai, não vou porque eu já saio tarde do colégio e aí eu to cansada e eu não vou

Meu pai, claro, ficou fulo da vida... brigou, falou que a única coisa que eu fazia da vida era ir pro colégio, que não custava eu dar uma ajuda pra ele, etc....

Enfim, ficou combinado que Não, eu não iria no banco.

Beleza, até então...

Aí eis que vem segunda feira e vamos pro colégio, eu e minhas amigas Tina e Aline, o trio parada duríssima, diga-se de passagem, kkk

Mas num dado momento deu a louca na gente e resolvemos sair do colégio pra comer pastel (detalhe: pastel tem na cantina) kkk
Eu esqueci completamente da briga com meu pai e sai, foi a maior loucura... pulamos muro, perdi o caderno, me enrosquei no arame, no prego e sei lá mais o que que tinha no muro do colégio... só besteira!

Então, já do lado de fora do colégio, só alegria... vamos curtir a liberdade que nos cabe nessa minha 1ª matação de aula.

Ai tô lá, eu e minhas colegas prontas pra atravessar a rua, quando de repente para um carro, quando eu olho, meu pai tá dentro do carro

(perdi o ar)

Bom, ele baixou o vidro e perguntou:
_ Ué, que vc tá fazendo aqui essa hora, não devia tá no colégio?
_ Pois é pai, tivemos sorte _ aula vaga...
_ Aula vaga?
_ É pai, aula vaga
_ Só pra vcs? E o caderno cadê?
_ Emprestei pra um colega copiar matéria atrasada
_ As 3 emprestaram cadernos?
_ Ah tá bom, vou te esperar em casa pra vc me contar melhor essa história
E  foi embora

Gente do céu, que vonatde que a vida fosse um filme e eu pudesse retroceder e fazer completamente diferente.... Fiquei super mal, com medo do meu pai me matar, com vergonha pq eu havia negado um pedido dele, foi um horror...

Ai o jeito foi enrolar na rua e não voltar pra casa nunca...

Enrolei, enrolei, enrolei...

Voltei par casa, quando cheguei, ninguem em casa... Ufa! Aí encontrei um recado da minha mãe no espelho do meu quarto:

Julia, teu pai tá muito bravo com vc!

Puts, brigadão mãe por me avisar... kkkk E agora?

Bom que venha o que tiver que vir, né? fazer o que? não tem como me teletransportar pra marte, venus ou plutão...

Passei a tarde toda á espera de um milagre, kkkk

Meu pai chegava por volta das 5 da tarde, e já era quase... de repente ouço barulho no portão. É ele! Que medo... Mas ele entrou e não falou nada, nada.... absolutamente nada

sabe aquele silencio horroroso, um silencio que grita, na verdade...

Horrível!

Confesso que eu deveria ter pedido desculpas pro meu pai. Não pedi, eu não ia ser louca de tocar no assunto e correr o risco dele brigar comigo, mas a verdd é que eu sei que eu fiz merda e sei tbem que meu pai foi super bacana de ter deixado passar...


Depois de um tempo eu soube que meu pai só deixou barato pq descobriu que a aula que eu matei foi de inglês, quando ele estudava ele odiava inglês...

kkkk



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Belinfancia

Faz tempo que eu vinha matutando essa ideia... Um novo blog para descrever melhor minha rotina profissional, escrever um pouco a respeito do que é estar dentro de uma sala de aula, falar das coisas boas, das não tão boas, compartilhar pensamentos, sugestões e por aí vai...


Então eis que lhe apresento o


Belinfância


Entrem, visitem, opinem... 
Te espero aqui e lá também

Abraços, 
Ju


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Treinamento Interanutri - Itapeva - SP


Milena e Paula nos apresentando novas propostas, 
algumas modificações e melhorias da plataforma...


Tutores:
Luci, Jul, Telma, Fabrício e Fabíola





conectividade!


senha de acesso:
eu#não#sei#a#senha#mas#to#tentando#descobrir#e#não#to#conseguindo


Joana, Milena, Paula e Fabíola


Luci estudando
Fabrício caindo na gargalhada 


Toda thurma


bate papo


Avaliação dos trabalhos


Hudson e eu rindo das próprias caretas


Eu não estou autorizado! kkkkkkk


olha só a alegria depois do Fontana grill


Itapeva, me explica! o que vem a ser essa construção?




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Dica de Professora:


Mim não faz nada! Quem faz sou eu!!!

para eu lavar
para eu beber
para eu comprar

Utilize mim, no final da frase

Traga o álbum para mim.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Dica de Professora:


Dó é masculino

Sendo assim, 

Nunca tenha uma ou muita dó de alguém

Certo?

Professora 
Julia Campanucci


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Como no 1º dia




E o ano se inicia e com ele uma nova turma, novos alunos, uma nova perspectiva.
Com o ano novo, um novo desejo, uma louca vontade, uma alegria sem fim e um medo tão grande em mim... É sempre assim!

Medo? _Talvez você me pergunte: _ Medo?
Medo! Pois é, medo... Mas é um medo bom. O medo que a bailarina sente antes de bailar no palco, o medo que sente o trapezista antes de subir na corda, um medo de professora que aguarda o aluno a bater na porta... É esse medo que toma conta de mim, um misto de medo, de ansiedade, de louca vontade... Um frio na barriga, como no primeiro dia.

Acordo cedo, antes do despertar do relógio. Penso no que vou vestir. Busco e procuro algo que descreva o que há de melhor em mim. 

É hora de ir pro trabalho. 

Coração batendo forte, e eu já sei o que me espera!

Na escola, uma equipe maravilhosa, mas todos em polvorosa situação.

Os pais têm em suas mãos o seu maior de todos os tesouros. Querem me entregar, mas as mãos parecem não alcançar, não querem... Não querem dos seus filhos, a sua mão soltar.

É difícil, é indescritível! É uma lágrima contida, presa, é um nó no peito, é uma luta, é um feito... Não tem jeito!

Tem criança que chora, tem criança que fica e logo quer ir embora, tem criança que briga, que grita, que bate e xinga, tem aquelas que grudam, agarram, e que não vão te perder (de vista)

E não é um, nem dois. São vinte e dois! 

E a professora, em meio à enorme loucura, só tem esse, esse exato momento de mostrar pra turma quem é, o que é e o que faz ali...

É ganhar ou perder, sem engano. Exatamente ali, naquele momento de loucura, de tensão, de emoção. O aluno te examina, te observa, nota e anota a sua reação.

E como a bailarina em sua sapatilha. O professor apresenta ali sem cortina, a sua peça teatral... Todos passos bem marcados, com olhares entrelaçados, compreende a dor desse momento tão dilacerado, mas com a firmeza que encanta, leva a dança e encerra a valsa com a certeza do aplauso. Que não vem de cima, nem debaixo _ vem do palco! 

E é assim. O primeiro dia é assim
com essa angustia sobre mim
Mas eu já sei que já passa já.

E eu amo tudo isso em mim e amo meu trabalho e tudo o que eu faço!

 Julia Campanucci

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Pra ficar perto...



QUINDINS NA PORTARIA



Estava lendo o novo livro do Paulo Hecker Filho, 'Fidelidades', onde, numa de suas prosas poéticas, ele conta que, antigamente, deixava bilhetes, livros e quindins na portaria do prédio de Mário Quintana: "Para estar ao lado sem pesar com a presença".   

Há outras histórias e poemas interessantes no livro, mas me detive nesta frase porque não pesar aos outros com nossa presença é um raro estalo de sensibilidade.

Para a maioria das pessoas, isso que chamo de um raro estalo de sensibilidade tem outro nome: frescura.
Afinal, todo mundo gosta de carinho, todo mundo quer ser visitado, ninguém pesa com sua presença num mundo já tão individualista e solitário.

Ah, pesa. Até mesmo uma relação íntima exige certos cuidados.
Eu bato na porta antes de entrar no quarto das minhas filhas e na de meu próprio quarto, se sei que está ocupado.

Eu pergunto para minha mãe se ela está livre antes de prosseguir com uma conversa por telefone.

Eu não faço visitas inesperadas a ninguém, a não ser em caso de urgência, mas até minhas urgências tive a sorte de que fossem delicadas.

Pessoas não ficam sentadas em seus sofás aguardando a chegada do Messias, o que dirá a do vizinho.

Pessoas estão jantando.
Pessoas estão preocupadas.

Pessoas estão com o seu blusão preferido, aquele meio sujo e rasgado, que elas só usam quando ninguém está vendo.

Pessoas estão chorando.
Pessoas estão assistindo a seu programa de tevê favorito.

Pessoas estão se amando.

Avise que está a caminho. Frescura, jura? Então tá, frescura, que seja.

Adoro e-mails justamente porque são sempre bem-vindos, e posso retribuí-los, sabendo que nada interromperei do lado de lá.

Sem falar que encurtam o caminho para a intimidade.

Dizemos pelo computador coisas que, face a face, seriam mais trabalhosas.

Por não ser ao vivo, perde o caráter afetivo?
Nem se discute que o encontro é sagrado.

Mas é possível estar ao lado de quem a gente gosta por outros meios.
Quando leio um livro indicado por uma amiga, fico mais próxima dela.
Quando mando flores, vou junto com o cartão.

Já visitei um pequeno lugarejo só para sentir o impacto que uma pessoa querida havia sentido, anos antes.  Também é estar junto.

Sendo assim, bilhetes, e-mails, livros e quindins na portaria não é distância: é só um outro tipo de abraço.


Martha Medeiros

É coisa de estudante...

Jogar fliper




Desde pequena, ouvia meu pai dizer:
_ Se um dia eu te pegar numa loja de fliperama _ game over!


kkkk


Beleza! E porque é que eu me interessaria em ir à um fliperama?


Pois é, parece tranquilo, né? Mas não é! Porque a vida... ahhh a vida, a vida é uma caixinha de surpresa


Eu tinha uns 15 anos quando conheci dois professores que lecionavam aulas eventuais no meu colégio. Eles eram super divertidos. Um deles, se matava dando aula praticamente em período integral, já o outro, revesava as aulas com? ... com?... Exatamente! uma loja de jogos ou Fliperama.


Pior de tudo é que o fliperama ficava no centro da cidade. Pior, na rua principal. Não tinha como desviar, a gente passava por ali  o tempo todo, era caminho... Aí o professor vinha e começava a bater papo, convidava pra conhecer a loja... até deixava brincar com os joguinhos,  dava as fichas... super legal!


Loucura! 


Eu tinha um medo terrível que meu pai me pegasse lá dentro, mas era incrível, vivia lá batendo papo, dando risada, jogando conversa fora e as vezes eu também jogava  ... 


Lembro que uma vez, eu tava jogando um joguinho, aqueles de carrinho que tem pedal e muda a marcha, tava toda empolgada, quando vi de relance meu pai passar na calçada... Gelei! 


Hoje não existe mais essas casas de jogos. É proibido, naquele tempo não sei se era, só sei que lugares assim, tinha uma fama ruim mesmo, eram lugares descritos como perigosos, geralmente frequentado por homens ... Só sei que meu pai era totalmente do contra e me prometia de morte se um dia me pegasse lá dentro.


Sorte a minha que ele nunca me pegou!


E hoje eu me pergunto:
O que é que me levava a correr tanto risco?


Acho que foram os 15 anos... só pode ser....






quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Fotos Encontradas...


Que saudade dos meus baby's

A gente fazia a festa com muitas brincadeiras e muito faz de conta!











A seguir, fotos da tia Ju e as crianças na 
palestra com o Sargento Salles
à respeito da defesa ambiental
...







  

Meu carro com cara nova
em Buri





Um passeio aos redores da escola





Trabalhinho feito pelas crianças....



Meus amores plantaram
Girassóis



E nasceu mesmo
Lindos!



Nosso passeio no Parque das Águas
com direito à parque, fotos,
pipocas e patos
Foi bem legal!