Lembrando que...

No meu blog há inúmeras imagens, artigos e materiais encontrados na internet.
Caso vc seja o autor de quaisquer materiais, deixe seu recadinho, que lhe darei os devidos créditos.
Sem mais,
Julia Campanucci

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Quem sabe com ele? ... Eu fico imaginando!






   Ela entrou e eu estava ali   

   Ou será que fui eu que ali entrei   

   Sem sequer pedir a menor licença?   

   Ela de batom caqui   

   Com os olhos olhava o quê? Eu não sei   

   Olhos de águas vindas   

   De outros oceanos   



    Ela me olhou - Quem?   

   Quem sabe com ela   

    Eu teria as tardes   

    Que sempre me passaram   

    Como imagens, como invenção!   



   Se eu não posso ter   

   Fico imaginando   

   Eu fico imaginando   




   Virá com ela que entrega   

   Virá, sim, assim virá que eu vi   

    Virá ou ela me espera   

   Virá, pois ela está ali   



   Ela amou o que estava ali   

    Ou será que foi dela o que eu já amei   

    Como os laços fixos de uma residência?   



   Ela: Alô!? E eu não reagi   

   Com os olhos olhava o que eu lembrei   

   Quando andava indo   

   Em outra direção   



   Ela me olhou - Vem!   

   Quem sabe com ela   

   Eu veria as tardes   

   Que sempre me faltaram   

   Como miragens, como ilusão!   



   Se eu não posso ver   

   Fico imaginando   

   Eu fico imaginando   




   Virá com ela que entrega   

   Virá, sim, assim virá que eu vi   

   Virá ou ela me espera   

   Virá, pois ela está ali   



   Ela andou e eu fiquei ali   


   Ou será que fui eu que dali mudei  


   Com uns passos mudos    
C   

   De uma reticência?   



   Ela me olhou bem   

   Quem sabe com ela   

   Eu teria achado   

   O que sempre me faltava   

   Cores, colagens, sons, emoção!   




   Se eu não posso ser   

   Fico imaginando   

   Eu fico imaginando   



   Virá com ela que entrega   

   Virá, sim, assim virá que eu vi   

   Virá ou ela me espera   

   Virá, pois ela está ali   i








   Skank   

domingo, 3 de abril de 2011

Eu vou tentar...


Vou tentar manter o coração aberto pra você,
Apesar dos outros,
Apesar dos medos,
Apesar dos monstros nos meus pesadelos


Vou tentar manter o coração aberto pra você,
Apesar dos trincos,
Apesar dos trancos,
Apesar dos dias repetidos que são tantos.


Eu vou tentar manter o coração aberto pra vc.
Apesar da chuva,
Apesar da rua,
Apesar da hora,
Apesar dos pesares, das canções, dos lugares,
Apesar dos meus pensamentos, dos perigos, dos próximos momentos.

Eu de coração aberto pra você,
de coração aberto pra você.




Aberto 


Zé Colméia (O Filme)


Gente, eu ri muito com as idéias mirabolantes do Zé Colméia em busca de cestas de piquinique
e o negativismo (ou será realismo?) do Catatau



Se vc ainda não assistiu,
eu recomendo!


Eu nem dormi,
kkk

Primeira Paixão



No meu tempo apaixonar-se tinha mais a ver com crime do que com amor. Os pais ficavam bravos, nos enchiam de sermões, de pode, não pode _ inconformismo! Uma bobagem, porque não fazia a mínima diferença...

Hoje não, a garotada nem sabe o que é isto... a moda é ficar... é tipo assim, não tem nem do que se preocupar, porque não vai rolar! Pode rolar sexo, tesão... Mas amor, paixão... isso não, nem pensar!


Minha primeira paixão aconteceu quando eu era uma menina, 12 anos.
Amor platônico, sabe? Daqueles que a gente não sente o chão, acha que vai se casar e ser feliz pra sempre
kkkk, mas eu sabia que não... Porém, pensava também, por que não?
Na verdade, eu gostava mesmo era daquela condição _ Paixão!
Acordar de manhã, vestir a mesma roupa, uniforme do colégio e ainda assim, sentir-se feliz, de bem com a vida e quem sabe até, bonita.
Voltar pra casa cheia de sonhos, com os ouvidos cheios de frases de amor. Rir a toa.


Beijo era algo proibido que só podia, se fosse bem escondido! Eu tô dizendo, parecia coisa de bandido!


Por isso, tanta gente se horrorizava de me ver assim, achavam que eu estava doida, falavam, falavam, brigavam... as pessoas sabem muito de sermão, mas bem pouco de sedução, uma pena, porque a ultima é bem melhor e eu sempre fiquei com esta opção.


Sabe, paixão não é sintoma de todo dia... A gente pega resfriado, fica mal-humorado, falta no trabalho... Mas paixão é virus raro, não é sempre que a gente é contemplado. Por isso quando acontece, não dá pra deixar barato... tem que curtir... e eu mal sabia o que era paixão, mas já sabia bem disso, intuitivamente, rsrsr e quer saber? curti mesmo...
ouvi tudo que enchia-me de ego
abracei tanto quanto queria
fui mimada, bem tratada
...
Eu fujo de crime, de violência, de inveja, gente chata, amargurada ...
mas não dá pra correr de paixão, de amor, de saudade, sentir-se namorada!
...
Meu amor durou somente uma estação, o tempo previsto pra uma paixão


E hoje eu rio de tanta gente que se desgastou procurando solução pra arrancar de mim aquilo que se vai com a chegada do verão!


Julia Campanucci



sábado, 2 de abril de 2011

Sinto muito...


Não precisa me lembrar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Mas sempre fica alguma coisa
Alguma roupa pra buscar
Eu posso afastar a mesa
Quando você precisar
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Eu não quero ver você
Passar a noite em claro
Sinto muito se não fui seu mais raro amor
E quando o dia terminar
E quando o sol se inclinar
Eu posso por uma toalha
E te servir o jantar
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu   
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar

Não precisa me lembrar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar
(skank)

sexta-feira, 1 de abril de 2011