Lembrando que...

No meu blog há inúmeras imagens, artigos e materiais encontrados na internet.
Caso vc seja o autor de quaisquer materiais, deixe seu recadinho, que lhe darei os devidos créditos.
Sem mais,
Julia Campanucci

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Sábado às 14




Fui conferir, Feijoada no Tuzzi  que delícia... é farto o almoço... além da feijoada que já é um mega prato, ainda teve uma porção de linguicinha pra acompanhar... maravilha! Haja comilança

Opção do Dia : 
- Feijoada

Acompanhamentos :
- Arroz, farofa , couve e vinagrete














Opção do Dia : 

- Feijoada


Acompanhamentos :

- Arroz, farofa , couve e vinagrete


O que dizem os amigos:

Camila Cristina: Se tem o atestado Julia de 

qualidade eu confio pq essa nêga goooosta de 

comer bem!!!

Henrique Campanucci: Cantou -> 

Mais um prato, é claro que eu tô afim
A fome nunca tem fim...
Pq com a Julia é assim!

kkkkkkk


domingo, 19 de maio de 2013

Se ajeite comigo



Quando me cobiçou
Sem querer acertou
Na cabeça


Eu sou sua alma gêmea
Sou sua fêmea
Seu par, sua irmã
Eu sou seu incesto
Sou igual a você
Eu nasci pra você
Eu não presto
...

E sob medida
Pros carinhos seus
Meu amigo

Se ajeite comigo
E dê graças a Deus


Chico Buarque


sábado, 18 de maio de 2013

Lê pra mim...




Os adultos deveriam ler um pra o outro.

Antes de dormir, eu e Juliana não nos isolamos em nossos próprios livros. Não nos separamos em obras diferentes.

Pego um romance que interessa aos dois, ela deita em meu colo e vou lendo até que as páginas se transformem em cílios. Preciso adivinhar o momento em que ela apaga para continuar no dia seguinte. Marco um singelo colchete de lápis e sigo o passeio da paixão durante a semana.

Ela sonha com a minha voz, eu misturo o cheiro de sua pele ao papel. Ambos estão conectados em caso de pesadelo.

É o nosso rivotril, o nosso lexotan. A leitura acalma e organiza as experiências.

Não abdicamos do luxo da narração. A língua renova os dentes e as letras voam pelo quarto.

Depois de um livro lido a dois, todo casal dormirá abraçado o resto da madrugada, não se soltará, será íntimo do pensamento. É terapia de família, é natação dos olhos, é massagem nos ouvidos.

A leitura cuida da alma da voz. É uma transfusão de alma. Não nos defendemos. Não nos armaremos, estaremos disponíveis ao acaso do enredo e da intensidade do inesperado. Formamos a união feroz das nossas fragilidades.

Bonito quando ela pede para repetir, bonito quando alongo a pausa para espiar se ela cochilou, bonito que ela se emociona e perde o sono com alguns autores, bonito que me encabulo ao recitar trechos e a descrição se torna exageradamente embargada. Bonita que é bonita que é bonita a nossa cumplicidade.

A partir dos personagens, surgem observações sobre amigos, assuntos do trabalho, bagunças da memória, lembranças extraviadas. No fim, forramos os volumes com nossos desejos e nos conhecemos mais.

O livro é o nosso bar, nosso balcão, nosso restaurante.

O gesto cria arrebatado discernimento. Percebo o quanto a solidão fortalece o que aprendemos a dois.

Não é possível se conhecer para amar. É o contrário. Só posso me conhecer ao amar. Ela é que me ensina a me amar — não é algo que faria sozinho.

Eu me amo admirando seu amor por mim. Eu vou copiando o amor que ela me dá.

Avançamos trinta páginas por noite. Mas vários capítulos em nossa relação.

  



Crônica publicada no site Vida Breve

carpinejar.blogspot.com.br

Há de haver espaço na minha estreiteza


SEMPRE TEM ESPAÇO NO AMOR

Arte de Fraga

Tinha sete anos quando meu pai saiu de casa.

Foi minha maior solidão.

Concluído o almoço, ia ao seu armário mexer nas roupas que ficaram do divórcio.

Reconstruía o pai na cama de casal.

Por ordem, colocava a boina, a camisa de linho, a gravata sobre a camisa, a calça, o cinto, o carpim e os sapatos.

Era meu quebra-cabeça em tamanho natural.

Conversava longamente com seu traje estendido no lençol, imaginando que meu pai sesteava.

Um dia minha mãe me pegou falando com os tecidos.

– O que você está fazendo, Fabrício?

– Nada, passando roupa. Brincando de passar roupa.

Eu brincava de ser filho, no fundo. Brincava de saudade. Brincava de reconciliação.

Lembrei dessa cena da infância ao separar metade de meu armário para uso de minha namorada.

Nunca tive problema em ceder território. Prefiro oferecer as prateleiras. Não sou fã do vazio.

Retirar minhas coisas é me selecionar. Não sofro com o ato, não é nenhuma renúncia.

É a alegria de mostrar que a minha vida estava incompleta mesmo, que ela veio me preencher.

Enfrentei várias mudanças nos meus 40 anos.

Já partilhei quarto com dois irmãos, onde tinha direito a somente três gavetas para encaixotar a minha tralha. Como é que comprimia a adolescência em pequena cômoda? E ainda sobravam frestas para esconder os gibis.

Depois ganhei um quarto sozinho e espalhei as roupas e ocupei todo o compartimento. Tampouco compreendia como guardava tudo em três gavetas e em seguida faltava espaço com o armário inteiro livre. Aquilo me intrigava. Redobrei atenção nas aulas de Física, porém a poesia é que solucionou o desafio.

Na vida adulta, após morar sozinho e acompanhado, solteiro e casado, fui entendendo que tenho mais espaço na estreiteza. Eu me organizo melhor na generosidade. Eu me penso melhor quando divido. Eu me cuido melhor quando alguém está comigo.

Não tenho interesse em ganhar um closet, desfrutar de um quarto aos casacos ou aos sapatos.

Independência é conviver feliz dentro da intimidade.

A ambição é deixar que minhas roupas casem também com as roupas dela, que nada fique isolado e casmurro, perdido e avulso.

Hoje estiquei a blusa da namorada na cama.

Melhor sentir saudade na presença do que na ausência.

Vou fingir que estou passando roupa de novo.
 
Publicado no jornal Zero Hora

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Some-se à mim...



Quando fiquei novamente solteiro, estava decepcionado com o mundo.

Entendia a solidão como sarcasmo. Minhas roupas não enchiam mais uma máquina de lavar, a comida estragava na geladeira, toda noite era fim melancólico de domingo.

Não fazia sentido estar sozinho. Logo eu, que sempre defendi a vida a dois, logo eu, que sempre valorizei o casamento, logo eu, que dizia que liberdade na vida é ter um amor para se prender – me enxergava amaldiçoado, raivoso com a falta de sorte, ofendido com as separações.

Reclamava da sina aos amigos da injustiça, já profetizava que ficaria encalhado o resto dos dias, já me preparava para ser um canalha incorrigível, já prometia encerrar o destino romântico e rasgar as crônicas enternecidas.

Minha filha Mariana buscou me acalmar. Saiu comigo para esfriar o drama. Afinal, até ópera tem intervalo.

– Pai, dá um tempo na choradeira...

– É fácil dizer porque não é contigo.

– Está se sentindo o único separado da terra, que coisa, relaxa, olha para os lados.

– É que parece que jamais vou encontrar a mulher de minha vida. Adoro a convivência a dois.

– Você já é dois, pai.

Aquela frase me confortou: eu era dois. Era inteiro. Não dependia de ninguém para me completar. Não precisava levantar os braços para o ônibus de recolhe. Não morreria de sede como uma samambaia. Poderia me cuidar, me dar ao luxo de ser egoísta e não mendigar alianças.

No momento em que aceitei a solteirice, e sorria dentro dela, conheci Juliana. E tudo que abandonei floresceu furiosamente em meus olhos.

O cara que não queria mais um envolvimento sério voltou a oferecer declarações eternas. O cara que não queria mais casamento passou a se imaginar no altar. O cara que não queria mais ter filhos descartou de vez a vasectomia. O cara que não mais confiava nas mulheres começou a desconfiar dos homens.

O namoro venceu o apocalipse, mas não eliminou a dúvida. Havia o receio de reprisar histórias anteriores.

Fui conversar com Juliana:

– Eu sou dois sozinho.

– Pode ser três comigo – ela corrigiu.

Eu ri. E completei:

– Então, posso ser quatro contigo. Eu e minha solidão, tu e tua solidão.

Nunca mais seria metade de ninguém. Nem de mim mesmo.



Publicado no jornal Zero Hora

http://carpinejar.blogspot.com.br/

E é isso, então...



Não é a distância 

que mede o afastamento


Antoine de Saint-Exupéry



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Culinária Apreciada


04 de Maio/13
Sidôncio matando uma pizza aqui em casa, ow delícia! 



Domingo - 05/05/13 
tem macarronada da mama


Em casa de "Campanucci" é assim, 

tem pizza toda semana


É uma necessidade básica do meu jeito italiano de ser, 

tá no sangue... e no tamanho dos braços, é claro kkkk


Gosto tanto!


Uma noite em família



só pra variar, pizzas





casalzinho que curte uma pizza
Line e Rick


e para a sobremesa
....



bolo com sorvete



 pq a gente gosta!


quem gostar tbem, pode vir... 






terça-feira, 14 de maio de 2013

Eu, no nível melhor de mim... kkkk

Tá Explicado...




Vou contar o que ela vê nele: ela vê tudo o que não conseguiu ver no próprio pai, ela vê uma serenidade rara e isso é mais importante do que o Porsche que ele não tem, ela vê que ele se emociona com pequenos gestos e se revolta com injustiças, ela vê uma pinta no ombro esquerdo que estranhamente ninguém repara, ela vê que ele faz tudo para que ela fique contente, ela vê que os olhos dele franzem na hora de ler um livro e mesmo assim o teimoso não procura um oftalmologista, ela vê que ele erra, mas quando acerta, acerta em cheio, que ele parece um lorde numa mesa de restaurante mas é desajeitado pra se vestir, ela vê que ele não dá a mínima para comportamentos padrões, ela vê que ele é um sonhador incorrigível, ela o vê chorando, ela o vê nu, ela o vê no que ele tem de invisível para todas as outras. 




Agora vou contar o que ele vê nela: ele vê, sim, que o corpo dela não é nem de longe parecido com o da Daniella Cicarelli, mas vê que ela tem uma coxa roliça e uma boca que sorri mais para um lado do que para o outro, e vê que ela, do jeito que é, preenche todas as suas carências do passado, e vê que ela precisa dele e isso o faz sentir importante, e vê que ela até hoje não aprendeu a fazer um rabo-de-cavalo decente, mas faz um cafuné que deveria ser patenteado, e vê que ela boceja só de pensar na palavra bocejo e que faz parecer que é sempre primavera, de tanto que gosta de flores em casa, e ele vê que ela é tão insegura quanto ele e é humana como todos, vê que ela é livre e poderia estar com qualquer outra pessoa, mas é ao seu lado que está, e vê que ela se preocupa quando ele chega tarde e não se preocupa se ele não diz que a ama de 10 em 10 minutos, e por isso ele a ama mesmo que ninguém entenda.



Martha Medeiros



sábado, 11 de maio de 2013

De Repente, Aconteceu!



Ralph, que tem cinqüenta e cinco anos, está divorciado há vinte e cinco anos. Durante esse tempo, teve vários relacionamentos que terminaram amigavelmente, e ele continua amigo de todas as parceiras que teve. Quero dizer, eles saem para jantar, mandam cartões de aniversário um
para o outro, dão uma passada na casa um do outro no Natal e tudo o mais.
Ele tem dois filhos de relacionamentos depois do divórcio. Conhece seus filhos, participou de suas vidas da melhor maneira que pode e eles nunca dão um passo sério sem discuti-lo com o pai. São amigos de verdade.
Ralph tem muitos amigos. Em todos os lugares do país onde você vá existe alguém que conhece Ralph. E é difícil ouvir alguém falando qualquer coisa negativa a respeito dele. Tudo o que ele faz é amar e servir as pessoas. Não importa quem você seja; se houver qualquer coisa que Ralph possa fazer para ajudar, ele o fará, alegremente e de boa-vontade, sem impor nenhuma condição. A qualquer hora que você ligue, em qualquer momento que precise dele, qualquer coisa que ele tenha e que você necessite, ele lhe dará.
Também não o faz em detrimento próprio. Se ele não tem, não hesita em dizer: "Eu não tenho isso agora, mas serei capaz de arranjar. Pode esperar?"
Este homem é o amor total, completo e incondicional em figura de gente!
Pode estar sendo chato ficar falando sobre ele, ou você pode achar que estou idealizando. Tranqüilize-se, é claro que Ralph tem suas contradições. Mas se estou falando apenas desses aspectos é porque quero realmente dar uma imagem de como é o amor no terceiro andar. Se Ralph topa com alguma coisa que ele acha que você vai gostar ou pela qual você se interessaria, ele a compra e manda pelo correio. Temos uma amiga que certa vez perdeu contato com a filha adolescente. Ela tinha uma idéia de onde a garota estava, mas não tinha como chegar lá. Liguei para Ralph, pedindo para ele tentar entrar em contato com a moça. Ele pulou no carro sem pensar duas vezes. Não a encontrou, mas fez o esforço. Como resultado de sua capacidade de amar, tudo o que Ralph precisa chega até ele de alguma forma.
No terceiro andar da casa do amor você se torna um professor. Ralph é um professor. Ele ensina os outros pela sua maneira de agir usando o amor. Provavelmente esta é a razão pela qual ele tem tantas amigas que foram parceiras em potencial, mas com as quais escolheu não se envolver.
Poderia ter se envolvido, mas não o fez. Não procurou uma relação romântica só para satisfazer seu ego. Como é que ele se tornou tão sereno? Ele fez uma faxina completa na casa durante o caminho para o sótão.
Aprendeu a ter paciência e muita confiança no processo da vida. Aprendeu a ouvir seu corpo e respeitar o que sente, sem inventar desculpas, se empenhando em dizer ou fazer a sua verdade e em ouvir a dos outros.
Certa vez, ele teve um emprego no qual sua supervisora o tratava como um criado. Ela morava um degrau abaixo do porão! Comportava-se de forma maldosa. Ralph percebeu que ela era muito insegura e sentia-se ameaçada por tudo e por todos. Ele fez o que pôde para fazê-la sentir-se confortável. Tudo o que ela exigia dele, ele fazia sem se sentir mal, pensando: "Qualquer que seja a lição aqui, eu vou aprendê-la!" Às vezes, eu escutava o que ele contava, e me dava vontade de esbofetear a mulher. Mas Ralph continuava, dizendo: "Vou aprender! Essa experiência vai me ensinar uma coisa importante!"
Quando você despeja amor em algo ou em alguém, isso traz à tona tudo o que não é amoroso. Quando você mistura paz à massa, isso realça tudo o que não é pacífico. A mulher não podia agüentar! Não podia agüentar a disposição luminosa de Ralph e o amor que ele despejava em seu trabalho ou em cima dela. Quando não agüentou mais, encontrou um motivo para eliminá-lo. Era uma razão minúscula, que não teria sobrevivido à menor argumentação, mas Ralph decidiu não brigar. Ele disse: "Estamos em junho. Vou tirar férias durante o verão. Tenho certeza de que alguma coisa vai
aparecer até o outono."
Duas semanas após a demissão, a supervisora contou para alguém que havia demitido Ralph e explicou o motivo. Esta pessoa, que sabia a verdade, contactou Ralph, contratou-o e quase dobrou seu salário. Nesse meio-tempo, ele não teria que começar a trabalhar até o outono. A lição é que existem pessoas que irão jogar todas os seus problemas em cima de você. Você não pode permitir que isso altere quem você é ou o que faz. Se você sabe quem você é, um pouco de desconforto não deverá assustá-lo ou perturbá-lo. Apenas continue amando a si e aos outros. Acho que vocês vão gostar de saber que, nesse meio-tempo, Ralph encontrou uma mulher maravilhosa e eles estão transformando a vida juntos.
(Do Livro: Enquanto o Amor Não Vem)




Enquanto ela não chegar




sexta-feira, 10 de maio de 2013

É sempre amor...


Mesmo que Mude

Bidê ou Balde




Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer "alô"
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
ouça: 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Poderia ser amor...


"E ficamos nesse de vai não volta, nessa indecisão de uma certeza, de uma negação de uma vontade. Eu te amo e você me ama, mas o nosso amor não é o suficiente para nos unir. Precisamos de algo que ainda não temos, e talvez nunca venhamos a ter ...  Somos tão diferentes, mas tão completos quando estamos um ao lado do outro. Poderíamos ser tão felizes, poderíamos ser tão amor..."


Tati Bernardi

Alegria, a melhor coisa que existe!



É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração


Mas pra fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
É preciso um bocado de tristeza
Senão, não se faz um samba não

Senão é como amar uma mulher só linda

E daí? Uma mulher tem que ter
Qualquer coisa além de beleza
Qualquer coisa de triste
Qualquer coisa que chora
Qualquer coisa que sente saudade
Um molejo de amor machucado
Uma beleza que vem da tristeza
De se saber mulher
Feita apenas para amar
Para sofrer pelo seu amor
E pra ser só perdão

A vida não é brincadeira, amigo
A vida é arte do encontro
Embora haja tanto desencontro pela vida
Há sempre uma mulher à sua espera
Com os olhos cheios de carinho
E as mãos cheias de perdão
Ponha um pouco de amor na sua vida
Como no seu samba