Lembrando que...

No meu blog há inúmeras imagens, artigos e materiais encontrados na internet.
Caso vc seja o autor de quaisquer materiais, deixe seu recadinho, que lhe darei os devidos créditos.
Sem mais,
Julia Campanucci

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Dieta Pontos (Tabela)




http://boaforma.abril.com.br/dieta/todas-dietas/nova-dieta-pontos-490656.shtml?pagina=1

Amigos, chega um dia que seu corpo começa a dar sinais de que algo precisa mudar, e mudar muito, e mudar e mudar mesmo. Aí não tem jeito, é hora de se auto avaliar, criar uma trajetória e dar a largada. 
Pois é, a minha começa agora! 
Esta semana tive muitas dores de cabeça, na nuca e o pé inchado demais, tive tonturas, falta de ar, indisposição - sintomas horríveis e indesejáveis a qualquer pessoa. Me preocupei! 
Então, algumas alterações já foram feitas. Embora na minha casa a quantidade que usamos de sal na comida seja pouco, bem pouco, eu diria que desta semana pra cá ele anda quase nulo, alimentos mais leves, como sopas de legumes com um número reduzido de macarrão parafusinho (que eu amo) deram as caras na hora do jantar, frutas e iogurte com baixo teor de açúcar é o que tenho ingerido por volta das 10 da manhã, horário do meu lanche na escola onde eu trabalho. A querida Coca-Cola foi substituída por um suco de 2 ou 3 laranjas com um pouquinho de açúcar. Chás e água com limão me acompanham no decorrer do dia.
Iniciaremos uma caminhada mais pesada na segunda feira a noitinha, visto que teremos tardes mais longas com a chegada do horário de verão. Por enquanto, passeios breves com o Dengo e a Denguinha. 
Tenho lido muito sobre dietas, mas na verdade não procuro nada radical, até porque tenho consciência de que eu não seguiria as regras. Mas acho bacana fazer uma lista com os alimentos ingeridos no decorrer do dia e observar as calorias. Sites como www.calccularcalorias.com.br são uma mão na roda, para nos auxiliar a esta contagem. Gostei de conhecer! 
Bom, é isso... minha meta é perder 5 Kilos à longo prazo, 3 de cara, kkkk, tá bom, digamos que eu perdesse 3 quilos no decorrer de 2 meses, será possível? ou seria pedir demais?

Beijos e vamos comer espinafre... minha gente! kkk

Julia Campanucci


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Mudança



Dentro em breve, estarei de mudança. Faço agora, a árdua tarefa de seleção. Ora sim, ora não, e de repente tudo se faz necessário, num outro instante _  nada mais importa. E o preocupante não é o que muda do lado de fora, é o que muda do lado de dentro. Sinto uma Julia, se despedindo de mim. É estranho. Logo ela, que se enquadrava tão perfeitamente, tão adequadamente em mim. Justamente essa Julia, que eu conhecia tanto, me dá as costas e se vai. E não tem jeito ela não quer mais ficar. Agora, uma nova Julia tem que entrar, e no palco da vida outra música vai tocar... Penso que conheço os passos, mas sei lá, é tudo novo _ Mudado! 

Julia Campanucci

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Dá Trabalho fazer Trabalho


Sabe, eu sempre gostei de ir à escola, mas eu tenho que confessar que eu odiava trabalhos escolares, qualquer que fosse. Eu odiava! E até hoje, eu odeio. Na verdade eu sou super contra, sou adepta a ideia de que se eu sou frequente, se eu presto atenção na aula, se meu professor explica e eu entendo - basta! Tiro nota na prova e boa, nada mais do que isso é necessário, a menos que eu deseje pesquisar algo, mas aí é coisa minha. Eu vou ler, perguntar, fazer enquete, enfim qualquer coisa afim de me inteirar sobre determinado assunto e então nada mais é necessário, só que eu entenda, compreenda e me convença de algo, e tudo isso não precisa de margem, pautas, capas e avaliação, não precisa reunião de amigos, que são maravilhosas, mas o fato de ter que fazer trabalho atrapalha pakas o andamento da risada, da conversa, da fofoca, o bate papo...
Enfim, mas isso requer tese, requer banca, requer projeto e até que vire lei, demora! Então, tive que fazer ao longo da vida escolar inúmeros trabalhos escolares... mas o melhor do trabalho escolar é a data de entrega do dito cujo... fala sério?! Você se mata, se vira nos 30, faz todos os arranjos necessário e no dia, dá caca! Algo se atrapalha e vc só tem duas opções: se matar ou morrer tentando convencer seu professor que é necessário mais um dia ou dois. Todo professor já deveria ter um prazo secundário, porque o primário, cara, nunca deu certo pra mim... Mas beleza! Continuemos a história...
Eu cursava o colégio técnico e o curso era edificação. O curso em si, é mega sério, tem umas complexidades, é bem legal... mas a minha turma era o oposto de tudo isso, era uma galera piada, muito engraçada e que amava se reunir pra fazer o óbvio: "nada" kkk. E somado a tudo isso nós tínhamos um professor super bacana e ele era bacana justamente porque ele sabia dosar a farra e a seriedade do curso, ele dava a maior corda pra gente e com jeito, cuidado e tato ele ia nos domando, nos levando no caminho correto (por assim dizer). 
Então, um dia esse professor super bacana que armava churrasco, fazia feijoada pra galera, decidiu que seria necessário a elaboração de um trabalho, expôs o tema, fizemos as divisões de grupo e no final ele perguntou: _ qual será a melhor data para a entrega desse trabalho? e a galera foi respondendo: 29 de Fevereiro, dia de são nunca, Agosto de Deus e por aí vai... até que chegou-se ao bom senso que 1 mês seria o suficiente para entregarmos um trabalho bem feito, bem elaborado e tal... todo mundo de pleno acordo. Caso encerrado. 
O Professor passou o mês inteiro sem falar do trabalho, não perguntou em que pé que tava, não ficou fazendo aquela coisa chata de cobrar,  de ficar questionando se estávamos fazendo, se havia dúvida... nada. Nós também não abrimos mais a boca, as vezes entre a gente, naquele bate papo informal, na cantina do colégio a gente dizia um ao outro: Beleza, o professor já se esqueceu do trabalho, nem precisamos fazer!
kkkkkkkkkkk ledo engano, meus amigos! 
No dia marcado, lá estava o professor adentrado a sala, desejando-nos Boa Noite e em seguida ele lança a seguinte frase:
- Os trabalhos podem ser entregues aqui na minha mesa, fiquem a vontade para entregá-los.
Não tenha dúvida que a primeira pergunta cara de pau foi:
_ Trabalho?! Que trabalho?! 
kkkkkkkkkkkkk 
Aí, eu só sei que teve gente que entregou, porque sempre tem gente que entrega no prazo (ninjas). Eu ,provavelmente devo ter entregue no fim da aula depois que um moto boy foi lá me levar a encardenação, a digitação ou sei lá mais o que que tenha ficado para a ultima hora.
A verdade de tudo, foi que um dos nossos colega, não tinha o trabalho e passou a fazer aquela coisa comum entre os que não tem o trabalho pronto _ implorar para que o trabalho pudesse ser entregue na próxima aula. Mesmo bravo, o professor abriu uma exceção e deixou. Aí que começa a real comédia... 
Na semana seguinte, chega o dia da entrega do trabalho do colega, ele era meu amigo e eu na boa pedi para conferir o trabalho dele, gente, eu chorei de rir, ele fez um copy cola (normal, eu tbem já fiz muito isso) da internet o problema foi que ele não tirou os anúncios do mercado livre, peixe urbano, rádio Uol, kkkkkkkk foi muito engraçado, ele imprimiu a página completa e grampeou uma capa em cima e entregou pro professor. Não preciso nem mencionar aqui a nota final do indivíduo e pior, o esfrega que a turma toda levou, porque professor e pai bravo não tem jeito, apanha geral. 



Lição pra toda vida:

- tenha sempre em mãos, o telefone do moto boy
- ao copiar da net, apague a promoção do mercado livre
- os ninjas acabam conosco (sempre)
- se não quer levar ergue, dê uma força ao amigo sem noção.

Abraços, 
Julia Campanucci





  
  

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Meus Professores...




Aos queridos professores que me auxiliaram, me animaram, me aturaram ao longo da vida: ora tão infantilizada, tão necessitada da sua atenção; Ora tão arrogantizada, tão desbocada, tão mal-criada, tão aborrecente fase de uma adolescente; E mais tarde, quando finalmente a ficha cai e aprendemos de fato, a sermos alunos a nos reconhecermos como tal e sobretudo a lhes valorizarmos como tais porque agora é chegada a hora de provar cada lição... Professores, meu todo carinho, meu todo amor, porque apesar dos pesares vcs foram mais que educadores, foram mais que "o ser iluminado", "o todo sábio" tão defendido e aplaudido pelos arrogantes e insensatos da época... Por fazerem diferente, por ousarem, por me amarem é que hj me recordo com carinho das lições que não serão apagadas jamais, as marcas da vida carimbadas pela emoção... Um abraço!

 Julia Campanucci


domingo, 14 de outubro de 2012

Tudo aquilo e muito mais



"E aquilo que é tão comum vai ganhando proporções, vai aumentando de tamanho, vai ganhando valor... E as pessoas de todo dia, de toda vez, ainda que sejam para sempre vão dando saudade... E o amigo de toda hora, de qualquer hora, do 'bóra-bóra' por ora fica e eu vou-me embora , não adianta chorar, mas a lágrima rola... E o que era estável, agora tem o gosto amargo da provável ultima vez. E a gente faz a conta do tempo feliz e nota no calendário que podia ter sido muito mais, mas gora não dá tempo, ficou pouco, e o tempo apressa-se em passar rápido demais. E o que ameniza são os planos que a gente faz. É a esperança de que agora, será tudo aquilo e muito mais."  

Julia Campanucci

Esbanjando alegria...



Camilosa e eu na Assembléia Especial 2013
 - "Proteja sua Consciência" 


domingo, 30 de setembro de 2012

Sempre



“Tentando achar a lógica,
no que não faz sentido.
Buscando um amor,
Onde só há atrito...”

Julia Campanucci


sábado, 29 de setembro de 2012

Pra refletir...







Quando nada parece dar certo,

vou ver o cortador de pedras

martelando sua rocha

talvez 100 vezes,

sem que uma única 

rachadura apareça. 

Mas na centésima primeira 

martelada a pedra 

se abre em duas,

e eu sei que não foi aquela

que conseguiu isso, 

mas todas as que vieram antes.


(Jacob Riis)


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Novidade...



No bairro das Rosas... 


Dentre tantas flores,


seremos Jasmins.


Pertinho, paralela à Azaleia!



Julia Campanucci


Apesar da meninice, crescemos!



'Antes que elas cresçam'

Affonso Romano de Sant'Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem 

sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.









quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Jeito Julia de ser...




Eu sou sempre assim, 


busco alternativas mega trabalhosas 


só pra me livrar de algo que daria 


trabalho...





terça-feira, 25 de setembro de 2012






''Como e triste a tristeza mendigando um sorriso''

Sinônimo de Amor, é Amar ...



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

domingo, 23 de setembro de 2012

E a gente se olha, e não sabe....



Qual é a moral?


Qual vai ser o final

Dessa história?

Eu não tenho nada pra dizer

Por isso eu digo

Eu não tenho muito o que perder

Por isso jogo

Eu não tenho hora pra morrer

Por isso sonho



São coisas da vida

E a gente se olha, e não sabe

Se vai ou se fica



São coisas da vida

E a gente se olha, e não sabe

Se vai ou se fica


(Rita Lee)


Lembrando da pessoa que me emana,
que me embala, me balança, me encanta
... que me ama!



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O por que da espera?

“Espero por ti porque acho que podes ser o homem da minha vida. E espero por ti porque sei esperar, porque nos genes ou na aprendizagem da sabedoria mais íntima e preciosa, há uma voz firme e incessante que me pede para esperar por ti. E eu gosto de ouvir essa voz a embalar-me de noite antes de, tantas e tantas vezes, te encontrar nos meus sonhos, e a acalentar-me de manhã, quando um novo dia chega e me faz pensar o quão longa e inglória pode ser a minha espera.”
Margarida Rebelo Pinto

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

e aconteceu que...



"O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele. Até que algo sensacional aconteceu. Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher que eu acabei me tornando mulher demais para ele."


Tati Bernardi




sábado, 15 de setembro de 2012

Não duvide, é amor!


E em quantos mais espinhos 
eu vou ter que me machucar,
 pra te convencer que é mesmo amor?