Lembrando que...

No meu blog há inúmeras imagens, artigos e materiais encontrados na internet.
Caso vc seja o autor de quaisquer materiais, deixe seu recadinho, que lhe darei os devidos créditos.
Sem mais,
Julia Campanucci

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

o que o amor me tira

O que o amor tirou de mim




"O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. Ele apazigua o meu peito com uma lista breve de prós e contras.
Mas me dá escolhas. Eu me percebo transformada pelo que o amor tirou de mim por precisar de espaço amplo e bem cuidado para se instalar. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele; tira também a intransigência. O amor me ensina a negociar os prazos, a superar etapas, a confiar nos fatos.
O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade, de ir embora antes de sentir vontade, de abandonar sem saber por quê. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque não posso virar as costas pra uma mania quando ela vem de uma pessoa inteira.
Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia. O amor me tira coisas que eu não gosto, coisas que eu talvez gostasse, mas me dá em dobro o que nunca tive: um namoramento por ele mesmo. O amor me tira aquilo que não serve mais e que me compunha antes. O amor tirou de mim tudo que era falta."(M.Q)

Ah, o amor...como é bom amar!!!



sábado, 1 de setembro de 2012

E tem tanto de mim, nisso tudo...


O amor chega em uma hora




Daqui a uma hora ele chega. Não deu tempo de consertar o esfolado da minha unha e de esfoliar  decentemente os pêlos encravados. Esfolado, esfoliado. Tudo parece música e rima mas é só porque você chega em uma hora. Tem um carro que passa lá longe, enquanto eu tento abrir os olhos e encarar esse dia em que você chega. Esse carro não sabe, mas foram mil anos abrindo os olhos e ouvindo carros e ouvindo ruas e não ouvindo a sua voz. E agora a sua voz existe e você chega em uma hora. Não estou pronta. Minha barriga dói. Eu tenho vontade de vomitar. Eu não consigo comer de tanto medo que eu estou sentindo. Eu quase desmaiei agora de manhã, porque pra piorar está calor. Não lido bem com calor. Não lido bem com nada que não seja eu em minha bolha arejada de imaginações. Mentira, não lido bem com minha bolha arejada de imaginações também. Não lido bem com nada. Não deu tempo de virar mulher. A hora que ele aparecer no desembarque do aeroporto, com sua cara de homem, com sua voz de homem, eu vou ter vontade de pedir que ele volte de onde veio e espere mais cem anos. Porque não deu tempo de eu virar mulher. Eu vou ter vontade de pedir que ele me carregue no colo até a casa da minha mãe e me entregue pra ela. Eu queria tomar sopa na casa da minha mãe. Eu lembrei agora que minha mãe me dava Sustagem quando eu ficava assim, tão assustadoramente encantada pelo mistério das coisas. E ela temia que eu desintegrasse. E agora? Como faz quando se é adulta? Qual é a sustagem de agora para que eu não desintegre? Como é que se ama com um corpo de trinta e três anos se por dentro eu tenho cinco anos e estou tremendo, apavorada, pressentindo o estrago que as coisas de verdade podem causar. Por que eu chamo de estrago quando sei que, na verdade, estrago é o que as coisas que não são de verdade causam. Eu tenho tamanho pra suportar o tamanho das coisas de verdade?

O amor chega em uma hora e eu ainda não consegui comer, escolher a roupa, arrumar minha franja, decidir se já posso amar. O amor chega em uma hora e vai quebrar meu gesso mas eu não decidi se os ossos já estão bons o suficiente. Mas ele vai chegar com trinta martelos e eu vou estar esperando, forte e decidida, pra receber a porrada. E o ar que vai entrar. E mais dor. E o ar que vai entrar. E quem sabe então alguma felicidade, já que fui corajosa. Quem sabe a felicidade seja a harmonia entre a dor e o ar que entram pelos poros que temos coragem de abrir? E quem sabe só o amor seja o martelo possível?

Escrevo isso e choro. Porque quero tanto e não quero tanto. Porque se acabar morro. Porque se não acabar morro. Porque sempre levo um susto quando te vejo e me pergunto como é que fiquei todos esses anos sem te ver. Porque você me entedia e dai eu desvio o rosto um segundo e já não aguento de saudade. E descubro que não é tédio mas sim cansaço porque amar é uma maratona no sol e sem água. E ainda assim, é a única sombra e água fresca que existe. Mas e se no primeiro passo eu me quebrar inteira? E se eu forçar e acabar pra sempre sem conseguir andar de novo? Eu tenho medo que você seja um caminhão de luz que me esmague e me cegue na frente de todo mundo. Eu tenho medo de ser um saquinho frágil de bolinhas de gude e de você me abrir. E minhas bolhinhas correrem cada uma para um canto do mundo. E entrarem pelas valetas do universo. E eu nunca mais conseguir me juntar do jeito que sou agora. Eu tenho medo de você abrir o espartilho superficial que aperto todos os dias para me manter ereta, firme e irônica. Minha angústia particular que me faz parecer segura. Eu tenho medo de você melhorar minha vida de um jeito que eu nunca mais possa me ajeitar, confortável, em minhas reclamações. Eu tenho medo da minha cabeça rolar, dos meus braços se desprenderem, do meu estômago sair pelos olhos. Eu tenho medo de deixar de ser filha, de deixar de ser amiga, de deixar de ser menina, de deixar de ser estranha, de deixar de ser sozinha, de deixar de ser triste, de deixar de ser cínica. Eu tenho muito medo de deixar de ser.

Agora é menos de uma hora. Você vai chegar e automaticamente minha agenda de milhares de regras e horários e controles vai desaparecer. E eu vou ficar apavorada porque só o que eu tenho é o contorno mentiroso que eu dou para os meus dias. E você, porque me abraça e me dá outro desenho, é o vilão da minha vida programada. Você é o tufão de oxigênio que invade meu nariz mas, porque estou com tanto medo, mais parece falta de ar. Agora é menos de menos de uma hora. Preciso terminar esse texto. Mas eu tenho medo, sobretudo, de terminar esse texto. Sobre o que eu vou escrever se você for melhor do que esperar por você?

Tati Bernardi




quarta-feira, 29 de agosto de 2012

o que não tem fim...


Acaba assim....
Corpos em movimento
Universo em expansão

O apartamento que era tão pequeno
Não acaba mais

Vamos dar um tempo
Não sei quem deu a sugestão

Aquele sentimento que era passageiro
Não acaba mais

Quero explodir as grades
E voar

Não tenho pra onde ir
Mas não quero ficar
Novos horizontes
Se não for isso, o que será?

Quem constrói a ponte
Não conhece o lado de lá

Quero explodir as grades
E voar

Não tenho pra onde ir
Mas não quero ficar

Suspender a queda livre
Libertar

O que não tem fim sempre acaba assim...

domingo, 12 de agosto de 2012

Culinária Apreciada


Bib sfihas



só o Capão Bonitense conhece!


Bolinho de frango com farinha de milho


Churrasco do séc XXI


agora é assim...


no grill


Pré - moqueca com leite de coco. Agora, é só levar ao forno! 


pizza multi sabor



quem disse que eu não invento moda?


spaghetti com vinho branco e uvas passas


Deveria ter sido spaghetti, mas acabou sendo o meu preferido


parafusinho


pro lanche da tarde, pãezinhos caseiros da mamãe


alguns são recheadinhos com presunto e queijo, 
outros com frango e outros são com ervas e pimentinha do reino... bom de+

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

Tchau





Tudo é sempre a mesma coisa
O mesmo jeito, toda vez
Tudo é muito relativo
E a distância, já nos fez
Somos serra e litoral
Nosso final, é simples
Tchau!...






sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Culinária Apreciada


Empadão com frango, palmito e catupiri 


cresceu demais de um lado só, mas o sabor é todo maravilhoso


pizza de portuguesa da dona Vi é deliciosa


a de atum, maguinific!



E a feijoada em dia frio 


uhhhnnnn 


é de dar água na boca, fala sério?!





quinta-feira, 2 de agosto de 2012

o problema tá no muito ou pouco tempo



Minha maior tristeza é que todo novo amor que eu arrumo vem sempre com algum velho amor tão longo e bonito. E eu sofro porque com pouco tempo não consigo ser melhor que o muito tempo. E de sofrer assim e enlouquecer assim, nunca dou tempo de ser muito para esses amores porque estrago antes.
Tati Bernardi


sábado, 21 de julho de 2012

A Tradução do Amor...


‎- Por favor... Cativa-me! Disse a raposa.

- Bem quisera, disse o príncipezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.

- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!

- Que é preciso fazer? Perguntou o príncipezinho.

- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas, cada dia, te sentará mais perto...

No dia seguinte o príncipezinho voltou.

- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta a agitada: descobrirei o preço da felicidade!

#Feliz dia do amigo :)

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Florence

A fúria de uma mulher rejeitada pode tomar as formas mais diversas: dedicação, controle, masoquismo, raiva, vingança, obsessão, santidade. Talvez essa tal fúria contenha, ao mesmo tempo, todos os bizarros ingredientes.
Stella Florence

sábado, 14 de julho de 2012

InterAção



O Seminário Internacional de Educação de Sorocaba acontece no mês de julho e já se tornou referência no setor por atrair o interesse de profissionais de várias regiões do país. O evento conta com a presença de palestrantes e personalidades ilustres em educação, tanto do Brasil como do exterior, com público aproximado de mais de 1.500 profissionais da educação de quase 50 cidades brasileiras.


PROGRAMAÇÃO

Dia 11/07/12 - Quarta-feira

  • 18h | Credenciamento
  • 19h | Abertura Oficial

Dr. Vitor Lippi – Prefeito de Sorocaba

Profª. Maria Teresinha Del Cistia – Secretária Municipal da Educação

  • 19h30 | Apresentação do projeto Cidade Interativa 3D
  • 20h | Conferência – Educação para Cidadania: valores, mas também conhecimentos e habilidades.

Philippe Perrenoud, suíço, Doutor em Sociologia e Antropologia, leciona nas áreas de currículo, práticas pedagógicas e instituições de formação nas faculdades de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Genebra.



Dia 12/07/12 - Quinta-feira

  • 08h | recepção e café da manhã
Presidente de Mesa | Luiz Almeida Marins Filho

Doutor em Antropologia (Austrália), autor de 26 livros. Seus programas de televisão são líderes de audiência em sua categoria.

  • 08h30 | Conferência – Comunicação Interpessoal: É conversando que a gente se entende.
Uma reflexão sobre os valores e comportamentos que ajudam a garantir uma comunicação mais eficaz nas relações pessoais.

Leila Ferreira – Formada em Jornalismo e Letras, é Mestre em Comunicação pela Universidade de Londres. Colaboradora da revista Marie Claire, autora de livros. Foi repórter da Rede Globo Minas; apresentou o programa "Leila Entrevista" (Rede Minas e TV Alterosa/SBT).

  • 10h30 | Conferência – Comportamento Jovem na Internet.
A ideia é discutir como a internet tem influenciado o comportamento do jovem nos relacionamentos e em suas conexões. Dependência, exposição, invasão e evasão de privacidade, exposição exagerada e suas consequências, namoro virtual, cyberbullying e outras violências. Como reconhecê-las e como agir/intervir.

Jairo Bouer – Médico formado pelo Instituto de Psiquiatria da USP. É referência no Brasil, para o grande público, quando o assunto é saúde e comportamento jovem. Além do consultório, Jairo Bouer mantém programas na Rede Globo, no Canal Futura, e em diversas rádios brasileiras. Escreve há 13 anos para a Folha de S. Paulo, revistas e sites. Foi consultor do Governo do Estado de São Paulo para o projeto "Prevenção Também se Ensina", que incluiu mais de 4.500 escolas públicas.

  • 12h | almoço
14h | Conferência – O papel do educador dentro dos desafios e possibilidades. Educação é fim. Escolarização é meio! Educação só existe no plural e tem que produzir aprendizagem! A Escola que seleciona não educa, exclui! É possível fazer (boa) Educação debaixo de uma mangueira, mas é impossível fazer (boa) Educação sem (bons) educadores!

Tião Rocha – Antropólogo e Educador. Formado em Bacharel e Licenciatura em História, PUC/MG, Mestrado e Doutoramento em Antropologia Cultural, UNB e Museu Nacional/RJ, Mestrado em Cultura Popular e Folclore pela UFMG e INF/MEC. Foi Professor Universitário: PUC/MG e UFOP/MG, Consultor do Comitê de Programas Complementares à Escola do Instituto Ayrton Senna e Homenageado pelo Prêmio Fundação Odebrecht / Unicef – "O adolescente por uma escola melhor".

  • 15h30 | Conferência – A Educação Muda. A Palestra Muda.
Esta palestra inova na linguagem, justamente para sinalizar aos educadores que é preciso se atualizar e desenvolver novas formas de atrair a atenção de alunos e plateias. Há uma introdução por meio de músicas e vídeos pertinentes ao tema e depois a palestra continua com a temática da Mudança como ponto central: mudou o mundo, mudaram os comportamentos, mudaram as expectativas de pais e alunos e, por tudo isso, cabe aos educadores também passar por um profundo período de Mudança – e rapidamente.

Dado Schneider – Mestre e Doutor em Comunicação. Como Professor de Marketing e Comunicação, são mais de 24 anos de experiência em instituições como UFRGS, PUCRS, UNISINOS, UNIFACS (BA), Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal) e, hoje, no MBA e Pós-Graduação da ESPM/RS. Pesquisador intuitivo, observador atento dos mecanismos e das mudanças, sempre buscando caminhos de renovação e motivação.



Dia 13/07/12 - Sexta-feira

  • 08h | recepção e café da manhã
Presidente de Mesa | Maria Inês Moron Pannunzio

Licenciada em Filosofia. Especialista em Filosofia pela UNICAMP, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura, Mackenzie/SP; em Bioética e em Arte-Educação e as Novas Tecnologias, pela UNB.

  • 08h30 | Conferência – A Interação Professor-Aluno como Centro do Fazer Pedagógico.
Na escola, o professor ensina algo a alguém de determinada maneira. Em linguagem profissional: o professor ensina ao aluno um conteúdo por meio de estratégias metodológicas e didáticas. O relacionamento professor-aluno é, portanto, o centro de todo o processo. Nossa proposta é levantar algumas influências que levam essa interação a colaborar ou a prejudicar o aproveitamento do aluno e a realização exitosa da tarefa da escola.

Rosely Sayão – Psicóloga e Consultora Educacional, tem mais de 30 anos de experiência em clínica, supervisão e docência. Foi colunista dos jornais Folha de São Paulo e Notícias Populares. Autora de livros, presta consultoria em empresas e escolas, dissertando sobre cidadania e sobre educação de crianças e de adolescentes.

  • 10h30 | Conferência – Escola: Espaço de Viver e Conviver. Escola: lugar de se fazer o "PÃO" - para aprender a nos nutrir e a compartilhar.
Trazer o jovem para o engajamento só funciona se ele participar do processo de criação do plano. Na educação para a vida comunitária e democrática, deveríamos colocar o jovem em contato com a diversidade e o serviço voluntário, a fim de se promover o desenvolvimento dos talentos de cada pessoa. Seria a escola contribuindo significativamente no sentido de fazer a passagem da vida privada (familiar) para a vida pública. Este é o sentido mais pleno da construção de uma consciência cidadã e não do individualismo exacerbado que presenciamos nos dias de hoje.

Júlio Machado – Educador, facilitador de aprendizagens e mudanças. Biólogo, estudioso em filosofia e pesquisador do comportamento humano, trabalhou como Professor na UFMG. Escritor, especialista em sexologia educacional, trabalha com grupos de adolescentes, adultos e terceira idade. Consultor há mais de 20 anos em desenvolvimento humano, qualidade de vida e relacionamento interpessoal, com serviços prestados a inúmeras empresas e escolas por todo o país.

  • 12h | almoço
Presidente de Mesa | Deputada Estadual Maria Lúcia Cardoso Amary

Professora, advogada, Mestre em Direito Administrativo e Constitucional, Deputada Estadual e Presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

  • 13h30 | Conferência – Educação e Cultura - A voz do provocador.
A encenação tem a intenção de provocar um debate com temas atuais e, desta forma, contribuir para a promoção do lazer, educação e desenvolvimento cultural. Sempre como uma crítica à mediocridade, o espetáculo percorre a carreira de Abujamra e aborda temas tão diversos como a ditadura, os paradigmas da educação e alguns casos curiosos de bastidores de TV.

Antonio Abujamra – Talento multidisciplinar, faz parte da história da inteligência brasileira. Transgressor de fórmulas e formas. Sem concessões a um esteticismo convencional, está há mais de 50 anos na trincheira avançada do teatro e da televisão. Permanentemente insatisfeito, fez de contínuo renovar-se a pedra filosofal de sua vida.

  • 15h30 | Conferência – Como tornar o impossível, possível.
Como aprender a lidar com problemas, transformando dificuldades em desafios a serem vencidos. Vai ser um relato dos maiores desafios da carreira e da vida do Oscar e como fez para superá-los. Como usar a obstinação para vencer os obstáculos da vida.

Oscar Schmidt – O "Mão Santa". Considerado o maior jogador de basquete brasileiro de todos os tempos. Após encerrar a carreira, passou a se dedicar em transmitir ao povo brasileiro sua experiência de 32 anos dentro das quadras. Trabalhando em seus arquivos pessoais, desenvolveu uma palestra motivacional onde conta sua vivência como indivíduo e também como parte da Seleção Brasileira por quatro anos.

  • 17h | encerramento













Philippe Perrenoud 






Leila Ferreira (Excelente)




Tião Rocha



Dado Schneider