Lembrando que...

No meu blog há inúmeras imagens, artigos e materiais encontrados na internet.
Caso vc seja o autor de quaisquer materiais, deixe seu recadinho, que lhe darei os devidos créditos.
Sem mais,
Julia Campanucci

sábado, 21 de julho de 2012

A Tradução do Amor...


‎- Por favor... Cativa-me! Disse a raposa.

- Bem quisera, disse o príncipezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.

- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!

- Que é preciso fazer? Perguntou o príncipezinho.

- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas, cada dia, te sentará mais perto...

No dia seguinte o príncipezinho voltou.

- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta a agitada: descobrirei o preço da felicidade!

#Feliz dia do amigo :)

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Florence

A fúria de uma mulher rejeitada pode tomar as formas mais diversas: dedicação, controle, masoquismo, raiva, vingança, obsessão, santidade. Talvez essa tal fúria contenha, ao mesmo tempo, todos os bizarros ingredientes.
Stella Florence

sábado, 14 de julho de 2012

InterAção



O Seminário Internacional de Educação de Sorocaba acontece no mês de julho e já se tornou referência no setor por atrair o interesse de profissionais de várias regiões do país. O evento conta com a presença de palestrantes e personalidades ilustres em educação, tanto do Brasil como do exterior, com público aproximado de mais de 1.500 profissionais da educação de quase 50 cidades brasileiras.


PROGRAMAÇÃO

Dia 11/07/12 - Quarta-feira

  • 18h | Credenciamento
  • 19h | Abertura Oficial

Dr. Vitor Lippi – Prefeito de Sorocaba

Profª. Maria Teresinha Del Cistia – Secretária Municipal da Educação

  • 19h30 | Apresentação do projeto Cidade Interativa 3D
  • 20h | Conferência – Educação para Cidadania: valores, mas também conhecimentos e habilidades.

Philippe Perrenoud, suíço, Doutor em Sociologia e Antropologia, leciona nas áreas de currículo, práticas pedagógicas e instituições de formação nas faculdades de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Genebra.



Dia 12/07/12 - Quinta-feira

  • 08h | recepção e café da manhã
Presidente de Mesa | Luiz Almeida Marins Filho

Doutor em Antropologia (Austrália), autor de 26 livros. Seus programas de televisão são líderes de audiência em sua categoria.

  • 08h30 | Conferência – Comunicação Interpessoal: É conversando que a gente se entende.
Uma reflexão sobre os valores e comportamentos que ajudam a garantir uma comunicação mais eficaz nas relações pessoais.

Leila Ferreira – Formada em Jornalismo e Letras, é Mestre em Comunicação pela Universidade de Londres. Colaboradora da revista Marie Claire, autora de livros. Foi repórter da Rede Globo Minas; apresentou o programa "Leila Entrevista" (Rede Minas e TV Alterosa/SBT).

  • 10h30 | Conferência – Comportamento Jovem na Internet.
A ideia é discutir como a internet tem influenciado o comportamento do jovem nos relacionamentos e em suas conexões. Dependência, exposição, invasão e evasão de privacidade, exposição exagerada e suas consequências, namoro virtual, cyberbullying e outras violências. Como reconhecê-las e como agir/intervir.

Jairo Bouer – Médico formado pelo Instituto de Psiquiatria da USP. É referência no Brasil, para o grande público, quando o assunto é saúde e comportamento jovem. Além do consultório, Jairo Bouer mantém programas na Rede Globo, no Canal Futura, e em diversas rádios brasileiras. Escreve há 13 anos para a Folha de S. Paulo, revistas e sites. Foi consultor do Governo do Estado de São Paulo para o projeto "Prevenção Também se Ensina", que incluiu mais de 4.500 escolas públicas.

  • 12h | almoço
14h | Conferência – O papel do educador dentro dos desafios e possibilidades. Educação é fim. Escolarização é meio! Educação só existe no plural e tem que produzir aprendizagem! A Escola que seleciona não educa, exclui! É possível fazer (boa) Educação debaixo de uma mangueira, mas é impossível fazer (boa) Educação sem (bons) educadores!

Tião Rocha – Antropólogo e Educador. Formado em Bacharel e Licenciatura em História, PUC/MG, Mestrado e Doutoramento em Antropologia Cultural, UNB e Museu Nacional/RJ, Mestrado em Cultura Popular e Folclore pela UFMG e INF/MEC. Foi Professor Universitário: PUC/MG e UFOP/MG, Consultor do Comitê de Programas Complementares à Escola do Instituto Ayrton Senna e Homenageado pelo Prêmio Fundação Odebrecht / Unicef – "O adolescente por uma escola melhor".

  • 15h30 | Conferência – A Educação Muda. A Palestra Muda.
Esta palestra inova na linguagem, justamente para sinalizar aos educadores que é preciso se atualizar e desenvolver novas formas de atrair a atenção de alunos e plateias. Há uma introdução por meio de músicas e vídeos pertinentes ao tema e depois a palestra continua com a temática da Mudança como ponto central: mudou o mundo, mudaram os comportamentos, mudaram as expectativas de pais e alunos e, por tudo isso, cabe aos educadores também passar por um profundo período de Mudança – e rapidamente.

Dado Schneider – Mestre e Doutor em Comunicação. Como Professor de Marketing e Comunicação, são mais de 24 anos de experiência em instituições como UFRGS, PUCRS, UNISINOS, UNIFACS (BA), Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal) e, hoje, no MBA e Pós-Graduação da ESPM/RS. Pesquisador intuitivo, observador atento dos mecanismos e das mudanças, sempre buscando caminhos de renovação e motivação.



Dia 13/07/12 - Sexta-feira

  • 08h | recepção e café da manhã
Presidente de Mesa | Maria Inês Moron Pannunzio

Licenciada em Filosofia. Especialista em Filosofia pela UNICAMP, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura, Mackenzie/SP; em Bioética e em Arte-Educação e as Novas Tecnologias, pela UNB.

  • 08h30 | Conferência – A Interação Professor-Aluno como Centro do Fazer Pedagógico.
Na escola, o professor ensina algo a alguém de determinada maneira. Em linguagem profissional: o professor ensina ao aluno um conteúdo por meio de estratégias metodológicas e didáticas. O relacionamento professor-aluno é, portanto, o centro de todo o processo. Nossa proposta é levantar algumas influências que levam essa interação a colaborar ou a prejudicar o aproveitamento do aluno e a realização exitosa da tarefa da escola.

Rosely Sayão – Psicóloga e Consultora Educacional, tem mais de 30 anos de experiência em clínica, supervisão e docência. Foi colunista dos jornais Folha de São Paulo e Notícias Populares. Autora de livros, presta consultoria em empresas e escolas, dissertando sobre cidadania e sobre educação de crianças e de adolescentes.

  • 10h30 | Conferência – Escola: Espaço de Viver e Conviver. Escola: lugar de se fazer o "PÃO" - para aprender a nos nutrir e a compartilhar.
Trazer o jovem para o engajamento só funciona se ele participar do processo de criação do plano. Na educação para a vida comunitária e democrática, deveríamos colocar o jovem em contato com a diversidade e o serviço voluntário, a fim de se promover o desenvolvimento dos talentos de cada pessoa. Seria a escola contribuindo significativamente no sentido de fazer a passagem da vida privada (familiar) para a vida pública. Este é o sentido mais pleno da construção de uma consciência cidadã e não do individualismo exacerbado que presenciamos nos dias de hoje.

Júlio Machado – Educador, facilitador de aprendizagens e mudanças. Biólogo, estudioso em filosofia e pesquisador do comportamento humano, trabalhou como Professor na UFMG. Escritor, especialista em sexologia educacional, trabalha com grupos de adolescentes, adultos e terceira idade. Consultor há mais de 20 anos em desenvolvimento humano, qualidade de vida e relacionamento interpessoal, com serviços prestados a inúmeras empresas e escolas por todo o país.

  • 12h | almoço
Presidente de Mesa | Deputada Estadual Maria Lúcia Cardoso Amary

Professora, advogada, Mestre em Direito Administrativo e Constitucional, Deputada Estadual e Presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

  • 13h30 | Conferência – Educação e Cultura - A voz do provocador.
A encenação tem a intenção de provocar um debate com temas atuais e, desta forma, contribuir para a promoção do lazer, educação e desenvolvimento cultural. Sempre como uma crítica à mediocridade, o espetáculo percorre a carreira de Abujamra e aborda temas tão diversos como a ditadura, os paradigmas da educação e alguns casos curiosos de bastidores de TV.

Antonio Abujamra – Talento multidisciplinar, faz parte da história da inteligência brasileira. Transgressor de fórmulas e formas. Sem concessões a um esteticismo convencional, está há mais de 50 anos na trincheira avançada do teatro e da televisão. Permanentemente insatisfeito, fez de contínuo renovar-se a pedra filosofal de sua vida.

  • 15h30 | Conferência – Como tornar o impossível, possível.
Como aprender a lidar com problemas, transformando dificuldades em desafios a serem vencidos. Vai ser um relato dos maiores desafios da carreira e da vida do Oscar e como fez para superá-los. Como usar a obstinação para vencer os obstáculos da vida.

Oscar Schmidt – O "Mão Santa". Considerado o maior jogador de basquete brasileiro de todos os tempos. Após encerrar a carreira, passou a se dedicar em transmitir ao povo brasileiro sua experiência de 32 anos dentro das quadras. Trabalhando em seus arquivos pessoais, desenvolveu uma palestra motivacional onde conta sua vivência como indivíduo e também como parte da Seleção Brasileira por quatro anos.

  • 17h | encerramento













Philippe Perrenoud 






Leila Ferreira (Excelente)




Tião Rocha



Dado Schneider























sexta-feira, 6 de julho de 2012

Agora já não falta nada...




Partir Andar, Eis que chega

Não há como deter a alvorada
Pra dizer, um bilhete sobre a mesa
Para se mandar, o pé na estrada
Tantas mentiras e no fim
Faltava só uma palavra
Faltava quase sempre um sim
Agora já não falta nada
Eu não quis, te fazer infeliz
Não quis....
Por tanto não querer, talvez eu fiz...





quarta-feira, 4 de julho de 2012

Eu prefiro!


Mesmo depois de conhecer vários e novos sorrisos,
 o dele ainda é o meu preferido.
Tati Bernardi

terça-feira, 3 de julho de 2012

Empatia, a aliada do Amor!



amar


Falamos à beça de amor. Apesar das nossas singularidades, temos pelo menos esse desejo em comum: queremos amar e ser amados. Amados, de preferência, com o requinte da incondicionalidade. Na celebração das nossas conquistas e na constatação dos nossos fracassos. No apogeu do nosso vigor e no tempo do nosso abatimento. No momento da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor. Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso viver muito para percebermos nos nossos gestos e nos alheios que não é assim que costuma acontecer.
Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum.
Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre. Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem politicamente incorretos nos outros, embora costumem ser justificáveis em nós. Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir. Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada.
É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens com fluência, um bom cappuccino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado.
Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor, acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre acompanhado de explicação. Difícil amar quando parece existir somente apesar de. Quando a dor do outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido principalmente dele próprio.
Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar fragilidade. Quando a exibição das suas dores expõe, de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, para caminhar ao seu encontro.
Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo.
Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja o tempo em que o outro mais precise se sentir amado. Para entender, basta abrirmos os olhos para dentro e lembrar das fases em que, por mais que quiséssemos, também não conseguíamos nos amar. A empatia pode ser uma grande aliada do amor.
Texto de Ana Jácomo